Newsletter Essência Vital: informações transformadoras sobre ecologia,
saúde, educação, cidadania e espiritualidade.

Se você tiver problemas para visualizar esta mensagem, acesse este link.
coluna saúde ecologia informando agenda loja interaja
Edição 2 - 07 de Outubro de 2008 - Publicação Quinzenal
banner
Divaldo Franco
Tenacidade

Se pretendes realizar algo meritório, que te promovas interiormente, jamais esqueças da tenacidade com que deves lutar, para que não abandones a tarefa ao meio do caminho.

Ana Branco
Alimentação cheia de vida

Comer é se sentir amado. Esta afirmação, feita pela professora Ana Branco no Projeto Vibração Positiva, nos leva a repensar todo o nosso processo de alimentação, que, para ser verdadeiramente saudável, deve ser cheio de vida.

>> Leia o texto completo
Paula Savino
Soja, proteína e a crise mundial de alimentos

Neste artigo, Paula Savino afirma que, se mudarmos a nossa maneira de comer, faremos uma verdadeira revolução na melhoria da qualidade de vida humana no planeta.

Oficina:
1º Curso de Cozinha Vegetariana
Tema: Arte Culinária com Tofu


Curso A Revista dos Vegetarianos promove o primeiro curso de culinária vegetariana. Neste módulo, serão ensinadas receitas à base de tofu.

Local: Universidade Anhembi Morumbi
10 e 17 de Outubro - às 14h

Casa do Ator, 340 – São Paulo (SP)
Inf.: (11) 3038-5050


Outros eventos:
16/10: Comunicação e Sustentabilidade
18/10: Curso Alimentação com Vida
29/11: Curso Mercado de Carbono

Loja
Coluna Informando
clima Plano sobre mudança climática esquenta os ânimos no Brasil

O Plano Nacional de Mudança Climática proposto pelo governo brasileiro recebeu duras críticas de ambientalistas, sobretudo por sua falta de definição em metas, prazos e recursos.
sacola Sacolas Literárias levam o hábito da leitura para a comunidade

Para incentivar a leitura no ambiente familiar e na comunidade, o Projeto Uirapuru, programa social da Fundação Heydenreich, lançou as Sacolas Literárias na cidade de Taboão da Serra, Grande São Paulo.
Carbono Pesquisadores criticam o mercado de carbono

A falta de uma preocupação real com o meio ambiente é o principal argumento de especialistas para criticar o mercado de carbono da forma como é conduzido atualmente. Segundo eles, o interesse das empresas e governos está em como ganhar dinheiro nesse mercado.
Michael Moore Algumas coisas que a mídia não diz sobre a crise nos EUA

Em um artigo intitulado "Querem nos meter medo", o cineasta Michael Moore conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e correios eletrônicos dos congressistas dos EUA contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos em crise.
madeira ecológica Madeira plástica como alternativa ecologicamente correta

A tradicional madeira, que contribui para o desmatamento de milhares de árvores, já pode ser substituída pela "madeira plástica". O novo material é feito a partir de uma mistura de plástico, que vem de embalagens usadas e até de fraldas descartáveis, com fibras vegetais e borra de café.
Junte-se a nós
Seja sócio!


Por que se associar?

  - Você ajuda a reflorestar a Mata Atlântica. Diariamente, uma árvore é plantada em seu nome;
  - Você contribui com a qualidade de vida de pessoas soropositivas;
  - Você financia a expansão de nossos projetos nas áreas ambiental, social, de saúde e comunicação.

Para ser um sócio colaborador, você pode contribuir mensalmente com:

Exemplo:

R$ 30,00 (R$ 1,00 por dia)

R$ 50,00 (R$ 1,66 por dia)

R$ 100,00 (R$ 3,33 por dia)

Você também pode optar por outros valores à sua escolha. Se não puder ajudar dessa forma, veja ao lado outras maneiras de colaborar.

Faça uma doação
Cada real é vital


Somos uma organização sem fins lucrativos, apoiada por pessoas como você. Não aceitamos doação de empresas ou do Governo, por isso, o seu apoio é fundamental para continuarmos ajudando a construir uma nova Terra.
Qualquer doação faz muita diferença.


Exemplo:

Doando apenas R$ 1,00, você ajuda
a custear essa newsletter e a expandir nosso trabalho de levar informações transformadoras a milhares de pessoas;

Com qualquer valor + R$ 1,00, você contribui para a compra de nossa sede própria, o que nos permitirá ampliar imensamente nossas atividades.

Você também pode fazer uma doação livre, com o valor que desejar.

Para doar, basta fazer um depósito ou uma transferência bancária:

Bradesco
Agência: 226-7
Conta-corrente: 121174-9
Divulgue

Um dos objetivos da ONG Essência Vital é promover transformações sociais através da democratização de informações. Essa newsletter foi elaborada com apuro técnico e refinamento estético para levar, com qualidade, notícias relevantes aos nossos leitores.
Você também pode nos ajudar a criar redes de conhecimento! Encaminhe essa newsletter
aos seus amigos ou indique-os para que eles também recebam nosso informativo.


Entre em contato

Ajude-nos a tornar nosso trabalho ainda mais útil e relevante. Mande suas sugestões de pauta, notícias, parcerias, ações e também suas críticas e elogios.
Ligue para: (21) 3238-5190 | 3278-4020 | 9899-9347 | 9343-7255
Nosso site: www.essenciavital.org.br | Nosso e-mail: newsletter@essenciavital.org.br
Laboratório Canova do Brasil Ecobras ONG Médicos Solidários Projeto ClickArvore Sociedade Vegetariana Brasileira
....................................................................
.
Divaldo Franco Tenacidade

Se pretendes realizar algo meritório, que te promova interiormente, ao mesmo tempo auxiliando-te no crescimento social e humano, jamais esqueças da tenacidade com que deves lutar, a fim de que não abandones a tarefa ao meio do caminho.

Todo investimento de luz enfrenta a densidade da sombra e da ignorância em predomínio. Anelando por um mundo melhor e mais feliz, no qual o sofrimento bata em retirada e os valores ético-morais do Espírito predominem, serás surpreendido por empecilhos e desafios que te não podem atemorizar.

Iniciada a trajetória, a perseverança deve acompanhar os teus esforços, ensejando-te renovação de entusiasmo e alegria contínua, mesmo quando os céus se te apresentem plúmbeos em face das nuvens borrascosas.

É natural que assim ocorra, porquanto o inusual chama a atenção e experimenta reproche, especialmente quando se tratando de realização enobrecedora.

O solo não trabalhado, antes do preparo para a sementeira, é sempre mais áspero do que aquele que foi arado.

O charco ao abandono, a fim de ser transformado, necessita experimentar a agressão dos instrumentos que lhe revolvem a lama, que lhe abrem valas, ferindo-lhe com segurança o leito para que se processe a renovação e se transforme em seara rica de pão.

A sociedade contemporânea vinculada aos interesses imediatistas neles compraz-se, desprezando novos contributos que exijam esforço para mudanças radicais, embora os resultados venham a ser benéficos. Acomodada nas conveniências hedonistas, cria barreiras para alterações significativas.

O triunfo em qualquer empreendimento somente chega à etapa final após as renhidas batalhas. Não se estando investido de tenacidade para levar adiante o ideal, quando irrompe o sofrimento o desânimo cerceia o passo do empreendedor e ei-lo que tomba na desolação, na desistência. Estabelecido o programa da atividade, cada impedimento deve ser examinado e contornado, procurando-se outras alternativas, caso não seja possível desenvolver o procedimento desenhado.

O que é fácil de ser executado, qualquer pessoa consegue fazer. Aquilo, porém, que se apresenta complexo e com características de impossibilidade, exige pessoa portadora de qualidades mais valiosas, a fim de nunca abandonar o empreendimento.

Por essa razão, poucos são aqueles indivíduos que se destacam nas áreas do bem e do dever retamente cumprido, porque a grande maioria prefere o convencional, o habitual, o repetitivo, o vício, o amolentamento do caráter, o desvio espiritual...

Quando te disponhas a executar um labor que te eleve moral e espiritualmente, não te detenhas a examinar as impossibilidades atemorizantes, deixando-te ameaçar. Estuda-as, sim, com o objetivo saudável de encontrar os meios mediante os quais conseguirás ultrapassá-las.

Quem se mantém irresoluto contemplando o pântano empesteia-se com os miasmas que dele exalam.

Qualquer empreendimento exige abnegação, esforço e tenacidade.

O triunfo do conquistador sustenta-se na contumácia com que foi trabalhado.

Ninguém ascende às alturas sem o enfrentamento das baixadas mais sinuosas e traiçoeiras.

Do alto a visão é compensadora e abrangente, não se distinguindo os perigos nem as armadilhas da subida.

Assim também ocorre por ocasião das edificações morais e espirituais. Nos tentames iniciais tudo parece conspirar contra os resultados que se têm em mente.

Se o lutador não se encontra disposto a insistir, repetir, não ceder, o empreendimento deixa de ser realizado. Por isso, o número daqueles que abandonam os propósitos superiores é muito grande. Nem por essa razão, o progresso deixou de apresentar-se no mundo.

É natural, portanto, que se paguem os altos estipêndios emocionais para o desiderato do Bem.

A crítica mordaz dos céticos, a desconfiança dos pessimistas, a arrogância dos prepotentes, a falácia dos cínicos compõem a patética da negação e transforma-se em montanha de problemas tentando dificultar o avanço dos idealistas, especialmente daqueles que servem a Jesus.

Não te preocupes com eles. Vence-os, um a um, mantendo-te devotado, trabalhando sem cessar e demonstrando que a marcha longa se inicia no primeiro passo e continua na sucessão deles.

Estás destinado às cumeadas do progresso que te aguarda.

Enquanto não te resolveres por avançar, permanecerás detido nas curvas do caminho ou sombreado pelos receios injustificáveis.

Todo operário conduz mãos calosas, que são as condecorações dos trabalhos executados.

Assim também, os obreiros de Jesus, quando na execução dos compromissos a que se vinculam, apresentam os sinais do esforço, porém revelam-se muito felizes por haverem sido convidados para servi-lO.

Não ficaram somente no deleite da invitação, mas avançaram na direção do campo, tomaram da charrua e puseram-se a lavrar o solo, aguardando o momento da ensementação que lhes cumpre realizar.

Sentem-se escolhidos para o intransferível labor e empenham-se por produzi-lo com eficiência.

Pouco lhes importa se a estação é primaveril ou outonal, se a canícula é áspera ou o inverno rigoroso. É-Ihes essencial agir e trabalhar com afinco, não perdendo a ocasião que se lhes apresenta para ser utilizada.

Jesus convidou-nos oportunamente: Vem hoje trabalhar na minha Vinha. Não estabeleceu condições, nem determinou prioridades. Foi taxativo ao enunciar: Vem hoje.

Hoje, e não mais tarde, porque o veículo do tempo na sua incessante movimentação altera as condições e circunstâncias, priorizando aqueles que aceitaram o convite.

Com tenacidade, portanto, prossegue no desempenho dos teus compromissos para com a Vida e não temas nunca.

Joanna de Ângelis

(Texto psicografado pelo médium Divaldo P. Franco, no dia 20 de julho de 2003, em Sydney, Austrália.)
Voltar ao início
.
Ana Branco Alimentação cheia de vida

Comer é se sentir amado. Esta afirmação, feita pela professora, designer e pesquisadora da PUC/RJ, Ana Branco, durante palestra realizada por ela no Projeto Vibração Positiva, nos leva a repensar todo o nosso processo de alimentação. A partir do conceito de Biochip, Ana Branco defende a importância de se consumir alimentos vivos e grão germinados para fortalecer a saúde e obter qualidade de vida.

Ana Branco é desenvolvedora do Projeto Biochip, um grupo de estudo, pesquisa e desenho que investiga as cores e a recuperação das informações presentes nos alimentos vivos, orgânicos e amornados. Ela explicou no que consiste o biochip e qual sua relação com nossos alimentos: "no computador, para que se armazene informação, é necessário um chip. Se eu pego o chip do computador, coloco dentro de uma panela e acendo fogo baixo, a primeira coisa que se rompe é uma molécula de água contendo silício. Se eu retornar com esse chip para o computador, constatarei que não há mais qualquer informação gravada, pois o silício só funciona enquanto estiver envolto pela molécula de água. A tecnologia se utilizou dessa informação aprendida com a natureza. Dentro de todas as sementes que estão na terra há silício envolto por molécula de água. Se eu cozinho essas sementes, a primeira coisa que se rompe é a informação. Ela deixa de ser um biochip", explicou Ana.

"Até agora, a alimentação foi utilizada para engordar, para emagrecer, para ganhar corrida, para curar doença, mas, mais do que isso, as sementes podem ser fontes de informação, de como lidar com o sol, a água, a chuva, a erosão, outros seres vivos, enfim, como lidar com nosso entorno. E, durante quatro mil anos, nós tiramos a água molecular que fica em volta do silício pelo cozimento. Assim, vivemos quatro mil anos de guerra, pois, com o início do cozimento, surgiram as batalhas e teve início a nossa desnaturação", afirmou.

Segundo Ana Branco, as sementes, enquanto estão ligadas à terra, têm um pH alcalino, assim como nós quando nascemos. Ao longo do tempo, esse pH vai se acidificando: "nós todos nascemos com pH alcalino, que é o estado ótimo de multiplicação celular. Mas aprendemos imediatamente a comer comida ácida e invertê-lo, nos acidificando pelo cozimento e, assim, perdendo a capacidade incrível de desenvolvimento que só temos no primeiro ano de vida, mas que poderíamos ter por toda a vida".

De acordo com a professora, a acidificação gera estruturas viciantes. "Quando alguém começa a se drogar com cocaína, ficamos preocupados porque sabemos que aquela situação não vai muito longe, pois cada vez mais o usuário vai querer doses mais fortes daquela acidez. E essa acidez começa quando você nasce. Canja de galinha, gema de ovo com caldo de feijão, pão com manteiga, carne com batata, macarrão com queijo, pizza, entre outros pratos, resultam na combinação de amido com proteína e isso gera acidez. Assim a criança chora, tem dor de barriga e sofre muito para se adaptar a essa acidez alimentar. Dessa forma, cada vez mais a criança fica viciada na acidez e quer, a cada dia, doses mais fortes. Nós somos dependentes químicos dessa combinação. Os restaurantes, o tempo todo, misturam amido com proteína, que é uma dose interessante para proporcionar uma boa acidez ao corpo e a sensação de euforia. Logo depois, vem um pico de depressão e você tem que tomar um cafezinho ou comer um doce para se levantar. E assim, você desce e sobe o dia inteiro, gastando toda a sua energia nesse processo metabólico. Logo ao lado do restaurante, certamente haverá uma farmácia, e assim nós estamos vivendo há quatro mil anos. Não precisava ser assim, pois nós nascemos para viver no paraíso, e o paraíso é aqui e já. A única coisa que precisamos fazer é inverter esse caminho", explicou.

O poder dos grãos germinados

A chave para uma alimentação alcalina e extremamente nutritiva está numa solução muito simples: a germinação das sementes. Ao colocarmos na água uma semente acidificada com o tempo, ela germina e coloca para fora seu primeiro broto. Quando isso acontece, amplia-se o valor nutritivo em 20 mil vezes, pois o broto contém toda a energia vital que irá gerar a árvore e milhares de outros frutos. A semente germinada decompõe todas as proteínas, amidos, carboidratos, gorduras e aminoácidos, que nosso corpo passa a absorver rapidamente, alcançando a alcalinização e, conseqüentemente, a revitalização. "Toda a discussão a respeito da fome no mundo fica comprometida com essa informação. Aquela quantidade que nós comíamos é completamente desnecessária pela modificação da qualidade do alimento", afirma Ana Branco.

Retornar a essa alimentação é o destino da humanidade, acredita Ana: "estamos recebendo essas informações e toda a nossa grande questão é se começamos a fazer isso hoje ou mês que vem, mas, naturalmente, toda a espécie humana vai retornar aos ensinamentos de Hipócrates, que são os mais antigos do mundo. Há 3,5 mil anos, os povos nômades da Ásia já caminhavam com saquinhos de sementes germinadas. Essas informações, todos os médicos viram na faculdade, mas não se abriram para elas. Isso porque o sistema que banca as escolas de Medicina e todas as escolas é comprometido com a indústria. E o sistema industrial tem que fazer valer o da indústria alimentícia, da indústria de remédios, da manutenção da guerra. Mas, se você rompe com a guerra na origem, o sistema naturalmente vai ter que ser redesenhado", afirmou.

Segundo Ana, o planeta Terra produz diariamente o vermelho, que é a cor complementar ao verde. "E daí surgirmos nós, os animais de cor vermelha, para completar o verde da terra. Não é a toa que o vermelho é a cor em que enxergamos o maior número de tonalidades. E não é à toa também que a hemoglobina é complementar à clorofila. Essa é a hipótese de Gaia, proposta pelo cientista britânico James Lovelock", explicou. "A origem do nosso sangue vem dos vegetais verdes. Então, podemos fazer sangue novo muito rapidamente, usando o verde para renovar o nosso sangue".

Como germinar as sementes

O processo de germinação das sementes é muito simples e pode ser feito por qualquer pessoa. Ana explicou que o primeiro passo é colocar as sementes em um copo, cobrir com água, tampar com o um pedaço de filó e prender com um elástico: "Nós vamos dormir e a semente vai acordar. Depois de uma hora de molho, se fizermos uma foto kirlian, veremos raios de luz feito estrelas saindo da semente. Ou seja, você vai ver todo o potencial de nascer ativado. Quando chegar o dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos o copo inclinado, escorrendo a água. Assim, a semente vai receber ar. Saímos então para trabalhar e, ao voltarmos, enchemos o copo de água novamente, sacudimos, jogamos a água fora e deixamos escorrer. Com oito horas de água e oito horas de ar, você já desencadeou o potencial de germinação. Daí, seguem-se mais oito horas de água e 16 de ar para que a semente coloque o narizinho para fora. Então, é só apertar, para que a semente saia da casca, e comer", explicou.

Podemos germinar todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão de bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha do Pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.

Suco de Luz do Sol

Com as sementes germinadas, podemos fazer o suco de luz do sol, um presente da Terra para nós. Segundo Ana, o suco de luz do sol é a clorofila pura, luz do astro rei que alimentou e foi transformada pelas plantas verdes. "Esse tipo de alimento é capaz de mudar o comportamento das pessoas, por causa da oxigenação intensa do cérebro". O suco verde entra no sangue e em 15 minutos se transforma em hemoglobina, acelerando processos de cura e desintoxicação.

O suco de luz do sol é um remédio poderoso, afirma Ana, que pode curar tudo: dor de cabeça, dor de barriga, pele seca, diarréia, constipação, gripe - das mais fáceis até as mais difíceis. Aids, câncer, coma? Cura, garante Ana, que já viu recuperações espetaculares, que você pode ler nos depoimentos no site dela, clicando aqui.

Segundo Ana, o suco é mais nutritivo do que qualquer outra coisa, pois contém energia vital: "O homem é um fenômeno elétrico, e não um monte de carne e osso. Você é feito de luz. E como um fenômeno elétrico deve viver? Em ambiente alcalino, que é onde a luz tem maior potência. O suco é partícula de luz promovida pelo sol. Na fotossíntese, se absorve gás carbônico e se libera oxigênio. Nós temos uma operação complementar: absorvemos oxigênio e liberamos gás carbônico. Então, com esse suco, podemos fazer sangue novo todos os dias. E aí, adeus, doença. Adeus, tristeza. Adeus, depressão. Você fica muito parecido com quem você sempre foi aos quatro, cinco anos de idade. Torna-se franco, direto, honesto com você mesmo, amoroso, gentil, gosta de viver em bandos, aprende a viver em grupos e a formar grupos de paz, não de guerra. Você se lembra que não tinha medo de nada? Pois o amor é o oposto do medo. Quando sai o medo, entra o amor", afirma a professora.

Aprenda a fazer o suco de luz do sol

Coloque duas maçãs picadas sem sementes no liquidificador. Bata com a ajuda de um pepino como socador, para auxiliar a extrair o líquido que mora dentro dos vegetais. Acrescente um punhado de grãos germinados, folhas verdes comestíveis (couve, chicória, hortelã), o legume e a raiz escolhida, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coe num coador de pano e beba logo em seguida. E se delicie com a força da energia vital!


>> Assista em vídeo como germinar grãos

>>Assista em vídeo como fazer o suco de luz do sol

>> Saiba mais sobre o trabalho de Ana Branco e o Projeto Biochip
Voltar ao início
.
Paula Savino Soja, proteína e a crise mundial de alimentos

Por Paula Savino*

Durante as últimas décadas, a crise de alimentos para a população mundial emergiu como um dos mais sérios problemas que o ser humano tem enfrentado. A humanidade está passando por uma grande escassez de alimentos e a situação tende a piorar a cada dia.

Especialistas em alimentação estimam que a fome e a desnutrição causam inúmeras doenças e tiram a vida de mais de 5 a 20 milhões de pessoas por ano (15.000 a 60.000 por dia) e metade destas vítimas são crianças abaixo de 5 anos. De acordo com a FAO, 400 a 500 milhões de crianças que vivem nos seis países considerados de mais baixa renda, sofrem de severa desnutrição crônica e seus crescimentos e capacidades mentais são permanentemente retardados. Mais de 1/4 dos habitantes da Terra se confrontam com a fome inevitável durante alguma parte de cada ano.

Neste ponto crucial da história da humanidade, estamos atravessando três curvas exponenciais extremamente perigosas – o crescimento desenfreado populacional, a falta de recursos de energia e a poluição ambiental. Nas nações menos desenvolvidas, onde a população dobra geralmente a cada 20 a 25 anos e a maioria dos campos de terra férteis estão intensamente cultivados, os suprimentos alimentares não são suficientes de acordo com a demanda. As nações mais desenvolvidas usam uma grande parte de seus cereais como milho, soja, trigo e aveia para alimentar as criações de animais que irão nutrir uma parte muito pequena da humanidade. Na verdade, os preços destes alimentos básicos são normalmente colocados fora do alcance dos destituídos, aumentando assim a lacuna entre as nações ricas e pobres, e levando nações inteiras ao caos político e econômico.

A pobreza, a ignorância e a desnutrição transferidas de gerações a gerações vêm contribuindo para a degradação da qualidade de vidas individuais e poderá gerar, em breve, conseqüências graves inimagináveis para todas as pessoas e lugares.

Nos países mais desenvolvidos, a grande maioria das pessoas não tem a menor noção do que significa sentir-se faminto nem por um dia. Muitas delas tornaram-se apáticas e insensíveis à triste realidade do que está acontecendo à sua volta. Outros acham que é muito tarde para se tomar providências e não se dão conta de que, se mudarmos a nossa maneira de nos alimentar, estaremos participando de uma verdadeira revolução mundial em direção a melhoria da qualidade de vida humana no planeta.

A proteína é o ingrediente mais escasso na alimentação da maioria dos povos mais carentes. A fome mundial é principalmente uma fome protéica. Grande parte das mortes por inanição é causada pela falta de proteínas e não pela falta de calorias.

Especialistas concordam que a situação não admite uma solução fácil, mas todos são unânimes nas suas opiniões de que a soja será a fonte mais importante de proteína neste futuro próximo. Por quê? Porque a soja pode produzir mais proteína utilizável por hectare de terra do que qualquer outra plantação – 33% a mais do que a média e 360% a mais sob condições ideais –, além de 20 vezes mais do que se a mesma terra fosse usada para pasto ou para plantio de alimentos para o gado.

A soja tem sido utilizada como a mais importante fonte de proteína na Ásia Oriental por mais de 2000 anos. A soja contém 34% a 36% de proteína de alta qualidade e inclui todos os oito aminoácidos essenciais prontamente utilizáveis pelo organismo. Do ponto de vista do orgânico, a quantidade de proteína utilizável contida em meia xícara de soja em grão não é diferente da contida em 140 gramas de carne. Além do mais, a soja é um alimento de baixas calorias, não contém colesterol e quase nada de gorduras saturadas encontradas em abundância na maioria dos produtos de origem animal. A soja é rica em poliinsaturados, lecitina, ácido linoléico, vitaminas B1, B2, B3 e B6, cálcio, ferro, potássio, fósforo, vitamina E, ácido fólico, ácido pantotêntico, ômega 3, magnésio e zinco e é usada também no Oriente para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, endurecimento de artérias, anemia, artrites, acidificação sangüínea, diabetes, osteoporoses (porque contém fitoestrogênios que fixam o cálcio nos ossos), para reduzir colesterol e atuar na prevenção de diversos tipos de câncer.

Os Estados Unidos são o maior produtor de soja do mundo, em segundo lugar vem o Brasil. Os EUA exportam mais da metade de suas colheitas avaliadas em cinco bilhões de dólares por ano. A colheita não exportada é enviada para grandes fábricas, donde se extrai o seu óleo (que não contém proteína e é extraído com solventes químicos). Cerca de 95% da rica sobra de proteína é transformada em ração para animais. A soja exportada para a Europa, Rússia e outros países alimenta rebanhos, animais domésticos e de estimação, seguindo a mesma rota. Somente na Ásia Oriental as grandes quantidades de soja são transformadas em alimentos altamente protéicos usados diretamente para o ser humano. Se toda a proteína de soja produzida nos EUA fosse usada diretamente para consumo humano, poderia preencher 25% do requerimento anual de proteína de cada pessoa deste planeta.

O sistema responsável por este imenso desperdício é a indústria de rações, que foi desenvolvida após a 2ª Guerra Mundial para aproveitar as colheitas de grãos e soja excedentes e alimentar as criações animais como forma mais lucrativa. Cerca de 78% de todo cereal, incluindo 90% do milho, aveia e cevada e 24% do trigo, são manipulados para alimentar animais e poderiam estar servindo como alimento humano. Como resultado, a média de americanos consome o equivalente a uma tonelada de grãos de soja anualmente, o equivalente a apenas 10%, enquanto os remanescentes 90% são consumidos na forma de carne, galinha, laticínios e ovos. Em contrapartida, a média de pessoas nos países em desenvolvimento consome apenas 181 quilos por ano.

Portanto, o nascimento de um típico bebê americano tem cinco vezes mais impacto nos efeitos adversos das preciosas reservas de alimentos do mundo do que o nascimento de uma criança na Ásia, África ou América Latina. Cerca de 6% da população mundial que vive nos Estados Unidos consomem 30% da carne mundial e bebem metade do leite produzido mundialmente, além de gastarem 25 bilhões de dólares com bebidas alcoólicas produzidas principalmente a partir de grãos.

Concluímos, então, que o gado e outras criações, além de cães e gatos de estimação, estão em competição direta por alimento básico com os seres humanos, principalmente em relação às nações mais pobres e famintas. No mercado internacional, criadores de gado americano suportados pela crescente demanda de consumo de carne facilmente sobrepujam os representantes de outros países que têm nos cereais a sua fonte de alimento principal. Aproximadamente 90 milhões de cães e gatos consomem sozinhos anualmente 1,5 bilhão de alimentos contendo proteína suficiente para alimentar quatro milhões de seres humanos. Os animais nos países desenvolvidos se alimentam bem melhor e mais nutricionalmente balanceados do que 2/3 da população humana em países pobres.

O alimento é uma forma de energia e é fundamental que contenha calorias e proteínas suficientes. Como podemos ver, os alimentos são ultimamente derivados de plantas que fazem primeiro o processo de transformação de energia que torna cada forma de vida possível. Sem as plantas, teríamos sol, água, ar e terra, mas não alimentos. A soja e os cereais são os alimentos mais democráticos, porque a natureza os produz em tal abundância, que existem em quantidade suficiente para serem consumidos em qualquer lugar e a preços que qualquer um poderia adquirir. Infelizmente, problemas políticos e sociais interferem na correta distribuição destes alimentos, encarecendo-os, mas, com a população do mundo dobrando a cada 25 anos, não há tempo a perder ou o homem sucumbirá numa gigantesca e inevitável fome mundial.

A terra ainda nos provê com mais do que alimentos suficientes, mas a quantidade disponível para cada pessoa nas nações mais pobres está cada vez mais escassa, assim como a quantidade de agricultores. Durante o último quarto de século, tivemos a introdução, nas plantações, de fertilizantes, pesticidas e herbicidas químicos, além de sementes híbridas e/ou geneticamente modificadas que comprometem a qualidade do alimento produzido, e que deve ser evitado sempre que possível. Grandes corporações determinadas a aplicar os princípios da indústria na agricultura têm grosseiramente negligenciado a saúde de nosso solo. Muitos investidores da agricultura vêem o solo somente como uma combinação de nitrogênio, fósforo e potássio, em vez de uma substância viva, frágil e repleta de microorganismos, húmus e matéria orgânica. Eles parecem não compreender a necessidade de terra e de seus ciclos naturais, mas não podemos permanecer insensíveis à qualidade de nosso solo sem eventualmente sofrermos as conseqüências.

Fertilizantes químicos (agora aplicados à média de 68 quilos por hectare) não eram usados antes de 1940. Até esta data, os fazendeiros praticavam a colheita rotativa plantando leguminosas como a soja a cada três anos para regenerar os nutrientes do solo e ajudar no controle das monoculturas de insetos. A bactéria RHIZOBIA encontrada nos nódulos das raízes das leguminosas capta nitrogênio da atmosfera e fixa nitrogênio no solo. Este nitrogênio, que é o componente principal da proteína, serve como base de um fertilizante natural que alimenta a planta e as futuras plantações. Quando fertilizantes químicos são aplicados ao solo, as plantas utilizam apenas 50% deste nitrogênio, o resto é desperdiçado e se infiltra na terra, poluindo a água.

O nitrogênio fixado pela bactéria é utilizado completamente e não produz nenhuma poluição. A soja pode fixar aprox. 46 kg de nitrogênio por hectare de terra. Fazendeiros que usam fertilizantes naturais (adubos e compostos orgânicos) obtêm campos de soja superiores a 50 arbustos por hectare, quase duas vezes mais que a média. A soja tem uma resistência muito maior a doenças e insetos e o uso de pesticidas tóxicos não influencia em quase nada as colheitas, ao contrário: a não utilização dos mesmos ajuda a manter a bactéria das raízes viva e com força vital.

Por todo o mundo, está crescendo um movimento contrário ao desperdício de energia e aos métodos de destruição do ambiente de agricultura. Estes métodos destrutivos encarecem as produções, comprometem a qualidade dos alimentos e não colaboram em nada para a erradicação dos problemas alimentares do planeta.

A soja se desenvolve virtuosamente em qualquer clima – do Brasil tropical ao Japão. Seu cultivo é adequado tanto para pequenas ou grandes plantações. Devido ao seu modo excepcional de tanto nutrir o solo quanto ao homem, ela se ressalta num papel de destaque na agricultura emergente do planeta.

Tecnologias avançadas ocidentais estão sendo criadas para produzir um novo número de produtos derivados da soja como proteínas vegetais texturizadas (PVT). No entanto, tais alimentos são derivados e produzidos a partir de subprodutos da soja e podem acidificar o sangue, portanto, não devem ser consumidos regularmente.

Durante mais de 2000 anos homens e mulheres da Ásia Oriental participaram de uma vasta experiência para encontrar maneiras simples e eficientes de criar alimentos derivados da soja que são versáteis, nutritivos, alcalinos, de fácil digestão e acima de tudo deliciosos. Três grandes produtos são usados como base da nutrição e culinária asiática: tofu (queijo de soja), missô (pasta de soja fermentada) e shoyu (molho de soja), além de leite de soja, tempeh, nattô etc. Todos são altamente protéicos e podem servir como suporte de uma dieta, assim como uma dieta baseada no consumo de carnes e laticínios.

O desenvolvimento de tecnologias e métodos tradicionais para transformar a soja nestes alimentos poderá ser um dia visto como uma das maiores contribuições da Ásia Oriental para a humanidade.

Um antigo provérbio chinês nos lembra que "o tempo de crises é o tempo para grandes mudanças e oportunidades". Padrões de pensamentos rígidos estão começando a rachar rapidamente assim que encontram a descontinuidade. Estes padrões rígidos encobrem as crises disfarçando-as, mas a força de mudança da natureza está nos forçando a rever totalmente a base de nossas existências. Toda a nova versão da realidade, ricamente detalhada ainda que simples, está começando a se manifestar e a tomar forma. Esta é a visão holística e contemporânea da ecologia (mãe de todas as ciências), que vê a perfeita interconexão entre todas as coisas, a preciosa forma matriz e a energia do corpo do mundo.

A compreensão antiga e total de padrões espirituais aponta à realidade da união dos opostos, tornando-a real. Nossa visão deve inevitavelmente nos levar à ação, e é claro que não menos do que a benevolência e o serviço altruísta, que, de acordo com a verdade de nossa unidade, são os meios adequados para que possamos concluir as tarefas e desafios que temos de enfrentar.

A criança desperdiçada numa vila perdida do mundo é nossa criança, de forma que devemos produzir e fornecer alimentos para todos. Veremos, nos anos que virão, como a generosa soja se oferece a si própria desinteressadamente para nos ajudar a nutrir e alimentar um mundo que está fisicamente e espiritualmente faminto.

*Paula Savino é proprietária da Ecobras, que produz e doa alimentos à base de soja orgânica para o Projeto Vibração Positiva.

>> Visite o site da Ecobras

Voltar ao início
Coluna Informando
Clima Plano sobre mudança climática esquenta os ânimos no Brasil

Por Mario Osava, da IPS

O Plano Nacional de Mudança Climática proposto pelo governo brasileiro recebeu duras críticas de ambientalistas, sobretudo por sua falta de definição em metas, prazos e recursos. Divulgado na quinta-feira (25) pelos ministros de Meio Ambiente, Carlos Minc e da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, o plano reflete as ambigüidades e contradições internas do governo, já que foi elaborado por um comitê interministerial com a participação de 16 ministérios. No plano "falta densidade e uma meta nacional" de redução das emissões de gases causadores do efeito estufa, disse Rubens Born, coordenador do não-governamental Instituto Vitae Civilis, dedicado a questões climáticas.

O Brasil, como outros países em desenvolvimento, não está obrigado pelos acordos internacionais a cumprir uma redução determinada de gases que aquecem a atmosfera, mas pode fazer isso voluntariamente e estabelecer condições para setores mais contaminantes, como a siderurgia e o agronegócio, disse Born à IPS. "As 150 páginas do plano mostram a irresponsabilidade do governo em relação ao assunto da mudança climática", acusou o Instituto Sócioambiental. Trata-se, segundo nota da ONG, de um "amontoado de menções a programas já em andamento", sem orientações claras. Além disso, a iniciativa busca desviar a atenção do desmatamento, que gera 75% das emissões de carbono no Brasil, ao destacar o combate a outros gases, os CFC, que destroem a camada de ozônio, e questões energéticas, acrescentou.

O ministro Minc, entretanto, apresentou o plano como "ousado, com metas voluntárias e setoriais que, somadas, representam a redução de centenas de milhões de toneladas de gás carbônico por ano". O objetivo em relação à principal fonte de emissões é "eliminar a perda da área de cobertura florestal no Brasil até 2015". Isso resultará em um desmatamento decrescente, enquanto se amplia a plantação de árvores, com soma zero dentro de sete anos e maior reflorestamento a partir de então, explicou o ministro.

"As duas vias devem ser independentes", atacou Born, argumentando a necessidade de conter o desmatamento como um objetivo específico, porque "um hectare de eucalipto não compensa um hectare perdido de floresta nativa". O reflorestamento está a cargo de empresas que "necessitam de insumos vegetais", como fábricas de papel ou as siderúrgicas que consomem carvão vegetal", acrescentou. Plantar árvores exóticas, como o eucalipto, pode compensar o desmatamento em termos de efeito estufa ao capturar gás carbônico, mas não repõe as funções ambientais da floresta nativa, disse Adalberto Veríssimo, pesquisador do Instituto do Homem e Meio Ambiente da Amazônia (Imazon).

Inclusive, mesmo um reflorestamento com espécies nativas não seria uma compensação equivalente, porque se trocaria "uma floresta madura" por mudas que levariam centenas de anos para alcançar o nível das árvores perdidas. O reflorestamento com espécies não nativas, por seu rápido crescimento, oferece vantagens na captura de carbono, compensando emissões geradas pela vegetação queimada ou extraída, mas há muitas outras questões envolvidas, como a biodiversidade que se perde, bem como a umidade, acrescentou. Além disso, o Brasil não tem experiência em reflorestamento com espécies nativas em grande escala e tampouco teria condições para reflorestar, inclusive com espécies não nativas, áreas tão extensas como as que são desmatadas a cada ano, disse o especialista florestal.

O reflorestamento total do País, até hoje, é de 55 mil quilômetros quadrados, mas em um processo acumulativo de décadas, enquanto uma extensão similar foi desmatada em apenas quatro anos, comparou Veríssimo. Para eliminar as perdas, será necessário reduzir o desmatamento a dois mil ou três mil quilômetros anuais, um quinto do que a Amazônia vem experimentando, acrescentou.

A divulgação do plano, inicialmente prevista para a terça-feira passada, foi adiada e em seguida feita de forma apressada na quinta-feira, demonstrando o interesse do governo brasileiro em tê-lo pronto antes da próxima conferência mundial sobre mudança climática que acontecerá em dezembro na cidade polonesa de Poznan. A consulta pública sobre o plano já começou e vai durar 30 dias. O presidente do Fórum Brasileiro de Mudança Climática, o físico Luiz Pinguelli Rosa, admitiu que se trata de um rascunho que necessita de revisão e melhor redação final. O Fórum é uma instância oficial de discussão, mas que tem uma ampla participação de representantes da sociedade e de cientistas.

De todo modo, "é positivo" ter um plano, ainda que em rascunho, apesar do atraso de 14 anos desde que o Brasil ratificou a Convenção Marco das Nações Unidas sobre Mudança Climática, disse Born. Também há outras boas promessas, como a capacitação de gestores municipais, contemplando sua participação nas ações de mitigação e adaptação à mudança climática. O temor de Born é que, como ocorreu na elaboração do plano, a consulta pública não represente uma participação efetiva que permita modificações, mas uma coleta formal de opiniões que não impedirá o governo de impor suas posições, mas um olhar de longo prazo.

Fonte: http://envolverde.ig.com.br

Voltar ao início
....................................................................
Sacola Sacolas Literárias levam o hábito da leitura para a comunidade

Por Vivian Lobato, do Portal Aprendiz

Com a idéia de incentivar a leitura no ambiente familiar e estender o hábito e o gosto de ler para toda a comunidade, o Projeto Uirapuru, programa social da Fundação Heydenreich, lançou as Sacolas Literárias.

A ação é um projeto-piloto implantado em setembro de 2008 na cidade de Taboão da Serra, na Grande São Paulo, em parceria com o Programa Prazer em Ler, do Instituto C&A. O objetivo é promover a leitura por meio do empréstimo de um conjunto de livros pré-selecionados da Biblioteca Comunitária Dietmar. Esses livros são colocados dentro de sacolas que podem ser levadas para casa com o intuito de criar o hábito da leitura para toda a família.

"Além de facilitar o acesso à leitura e disponibilizar o acervo da Biblioteca Comunitária Dietmar, que conta com mais de 1,1 mil exemplares, até a casa dos alunos e voluntários, as Sacolas Literárias também desenvolvem nos familiares o prazer de ler", diz a coordenadora e mediadora do projeto Uirapuru, Bianca Pessoa.

As sacolas contêm seis livros de diferentes gêneros. De acordo com Ellen Cristine de Lima, que ajuda na seleção dos títulos, as obras são escolhidas de forma que contemplem o gosto de cada um dos familiares.

"Quando estou preparando as sacolas, acho importante colocar grandes autores como José de Alencar e Machado de Assis. A diversidade é grande, temos de clássicos a obras infantis. Livros para o pai, a mãe, o irmão mais velho e também para o mais novo", comenta.

Cada aluno tem direito de ficar com as sacolas de 20 a 30 dias e um dos objetivos do projeto é que depois haja trocas de sacolas entre as famílias, fazendo com que a comunidade também interaja.

"O pessoal daqui não cultivava muito o hábito de ler. O projeto das Sacolas, por ser uma proposta diferente, incentivou as pessoas a levarem os livros para a casa. Percebi que houve um aumento no número de retirada e troca de livros", ressalta Ellen.

A mediadora Bianca completa: "As Sacolas Literárias são uma ótima oportunidade para incentivar e despertar o prazer de ler no ambiente familiar estendendo o gosto também para a comunidade. Observamos que os alunos estão levando constantemente os livros para casa, o que é ótimo, pois estimulam dentro de casa o hábito da leitura". As Sacolas Literárias fazem parte do Programa Prazer em Ler, que foi criado em 2006 pelo Instituto C&A. O programa visa promover a formação de leitores e a desenvolver o gosto pela leitura. Atualmente, 79 instituições sociais participam do programa em todo o Brasil.

Ilustração: Gláucia Cavalcante

Fonte: http://aprendiz.uol.com.br

Voltar ao início
....................................................................
Carbono Pesquisadores criticam o mercado de carbono

Por Sabrina Domingos, do Carbono Brasil

A falta de uma preocupação real com o meio ambiente é o principal argumento do físico Luiz Carlos Molion para criticar o mercado de carbono da forma como é conduzido atualmente. Oposicionista das teorias que defendem o aquecimento global causado pelo homem, Molion diz que o interesse das empresas e governos está em como entrar nesse mercado para ganhar dinheiro e não com a preservação do meio ambiente.

A opinião é compartilhada pelo pesquisador da fundação sueca Dag Hammarskjold e autor do livro Carbon Trading, Larry Lohmann, para quem o Protocolo de Quioto e o comércio de carbono nele previsto não trazem grandes alterações para o cenário mundial de emissões de gases do efeito estufa. "Trata-se um mecanismo de mercado, pouco prático e nada efetivo, que promove o comércio do direito de poluir. Acabou funcionando de maneira perversa ao drenar as atenções de soluções mais radicais e efetivas que agora se mostram urgentes", defende.

Molion destaca que o lobby de grandes empresas geradoras de energia é prejudicial nesse contexto. Na Europa, os governos avaliam dados das emissões de carbono coletados entre 2002 e 2004; verificam o quanto as empresas locais poluíram nesse período e definem, por meio de cotas, o quanto elas poderão poluir daquele ponto em diante. O problema, ressalta o físico, é que muitas dessas empresas já melhoraram seus equipamentos ao longo desse tempo e estão poluindo menos do que o permitido – com isso, ganharão dinheiro vendendo suas cotas para as empresas altamente poluidoras que ultrapassam o limite estabelecido. "Por isso eu digo que não existe preocupação com o meio ambiente e com o futuro da humanidade. Isso se transformou atualmente em um comércio, uma nova bolsa, tanto que hoje existem firmas prontas para investir 1 trilhão de dólares em créditos de carbono com a intenção de vendê-los posteriormente".

O que ocorre na Europa é exatamente o contrário do princípio "poluidor - pagador", é o princípio "quem polui, ganha", afirma Lohmann em entrevista concedida ao jornalista Rafael Evangelista para o site Com Ciência. O pesquisador argumenta que os grandes poluidores se beneficiam também comprando direitos de poluir mais, a partir de projetos em que investem no exterior e que, supostamente, economizariam carbono. É o caso de empresas que compram créditos gerados por projetos de Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), como os que geram eletricidade a partir da queima de gases de um aterro sanitário. "Esses projetos oferecem, de bandeja, um turbilhão de direitos futuros de poluir para o conjunto já enorme de direitos à disposição das corporações do Norte".

Em países como o Brasil, o desmatamento evitado das florestas tropicais tem sido apontado como uma alternativa na luta contra as mudanças climáticas. Molion afirma que a Floresta Amazônica é um seqüestrador ativo de carbono, absorvendo 2 toneladas de CO2 por hectare por ano. "Mas quando você olha o Protocolo de Quioto, as florestas nativas não são levadas em consideração, apenas as plantadas - exatamente para não permitir que países como o Brasil possam se utilizar disso". Ele lembra que a maior parte das madeireiras que atuam na Amazônia são de fora do país e ressalta que esses empresários adotam um discurso contraditório. "Que hipocrisia é essa de dizer: você desmata, mas a madeira nós queremos aqui? É preciso acabar com essa hipocrisia".

Saída

Lohmann considera que a única maneira de reverter a situação é promover uma regulação dura, que taxe e controle a indústria poluente, ao lado de reformas estruturais e investimentos fortes na redução do consumo de energia. "Os governos dos países industrializados precisarão transferir subsídios dos combustíveis fósseis para energia renovável; precisarão empreender investimentos públicos grandiosos em eficiência energética e transportes para fornecer a seus cidadãos mais opções sobre como utilizar energia; precisarão aplicar a regulação convencional e taxações de maneira mais radical".

O tempo para se lidar com os problemas ambientais é uma questão que preocupa Molion. "Em 2045 teremos 9 bilhões de pessoas no planeta, que é finito e conta com recursos naturais finitos. A humanidade precisa viver mais alguns milhares de anos para que a tecnologia possa se desenvolver e nós possamos arranjar outras formas de gerar energia como, por exemplo, a fusão nuclear, ou desenvolver novos tipos de alimentos, ou até mesmo começar a explorar outros planetas", avalia. "Tudo o que se puder fazer para economizar e utilizar melhor os recursos naturais existentes será muito bem-vindo. É importante olhar para o futuro e dar um tempo para a humanidade conseguir se desenvolver tecnologicamente. Mas nós realmente precisamos de tempo para isso", conclui.

Fonte: http://envolverde.ig.com.br

Voltar ao início
....................................................................
Michael Moore Algumas coisas que a mídia não diz sobre a crise nos EUA

Em um artigo intitulado "Querem nos meter medo", o cineasta Michael Moore conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e correios eletrônicos dos congressistas dos EUA contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos em crise. E aponta como Wall Street e seu braço midiático (as redes de TV e outros meios) seguem com a estratégia de atemorizar a população.

Michael Moore

Quem acompanha a cobertura da crise nos Estados Unidos feita pela imprensa brasileira pode ser levado a acreditar que a política está "atrapalhando" a busca de uma solução para o problema. Essa afirmação vem sendo feita todos os dias por vários jornalistas e colunistas econômicos em todo país, supostamente especializados no assunto. A aprovação da proposta de ajuda aos bancos quebrados é apontada como uma condição necessária para evitar o caos. Há vários silêncios nesta cobertura, aqui e também nos EUA.

Em um artigo intitulado "Querem nos meter medo", o cineasta Michael Moore conta como centenas de milhares de pessoas entupiram os telefones e correios eletrônicos dos congressistas dos EUA contra a lei proposta pelo governo Bush para salvar os bancos em crise. E aponta como Wall Street e seu braço midiático (as redes de TV e outros meios) seguem com a estratégia de atemorizar a população, omitindo, entre outras coisas, que a proposta apresentada ao Congresso não trazia qualquer esperança para os pobres mortais ameaçados de perder suas casas hipotecadas (Marco Aurélio Weissheimer)

Tradução do artigo de Michael Moore publicado no jornal Página 12:

Querem nos meter medo

Todos diziam que a lei seria aprovada. Os especialistas do universo já estavam fazendo reservas para celebrar nos melhores restaurantes de Manhattan. Os compradores particulares em Dallas e Atlanta foram despachados para fazer as primeiras compras de Natal. Os homens loucos de Chicago e Miami já estavam abrindo as garrafas e brindando entre eles muito antes do café da manhã.

Mas o que não sabiam era que centenas de milhares de estadunidenses tinham acordado pela manhã e decidido que era tempo de se rebelar. Milhares de chamadas telefônicas e correios eletrônicos golpearam o Congresso tão forte como se Marshall Dillon (Comissário Dillon, personagem de uma série de televisão) e Elliot Ness tivessem descido em Washington D.C. para deter os saques e prender os ladrões.

A Corporação do Crime do Século foi detida por 228 votos contra 205. Foi um acontecimento raro e histórico. Ninguém conseguia lembrar de um momento onde uma lei apoiada pelo presidente e pelas lideranças de ambos os partidos fosse derrotada. Isso nunca acontece. Muita gente está se perguntando por que a ala direita do Partido Republicano se uniu à ala esquerda do Partido Democrata para votar contra o roubo. Quarenta por cento dos democratas e dois terços dos republicanos votaram contra a lei.

Eis o que aconteceu:

A corrida presidencial pode estar ainda muito parelha nas pesquisas, mas as corridas no Congresso estão assinalando uma vitória esmagadora dos democratas. Poucos questionam a previsão de que os republicanos receberão uma surra no dia 4 de novembro. As previsões indicam que os republicanos perderão cerca de 30 cadeiras na Câmara de Representantes, o que representaria um incrível repúdio a sua agenda. Os representantes do governo têm tanto medo de perder seus assentos que, quando apareceu esta "crise financeira" há duas semanas, deram-se conta que estavam diante de sua única oportunidade de separar-se de Bush antes da eleição, fazendo algo que fizesse parecer que estavam do lado da "gente".

Estava vendo ontem C-Span, uma das melhores comédias que assisti em anos. Ali estavam, um republicano depois do outro que apoiaram a guerra e afundaram o país em uma dívida recorde, que tinham votado para matar qualquer regulação que mantivesse Wall Street sob controle – ali estavam, lamentando-se e defendendo o pobre homem comum.Um depois do outro, usaram o microfone da Câmara baixa e jogaram Bush sob o ônibus, para baixo do trem (ainda que tenham cotado para retirar os subsídios aos trens também), diabos, teriam jogado o presidente nas águas crescentes de Lower Ninth Ward (bairro de Nova Orleans) se pudessem prever outro furacão.

Os valentes 95 democratas que romperam com Barney Frank e Chris Dodd eram os verdadeiros heróis, do mesmo modo como aqueles poucos que votaram contra a guerra em outubro de 2002. Reparem nos comentários dos republicanos Marcy Kaptur, Sheila Jackson Lee e Dennis Kucinich. Disseram a verdade. Os democratas que votaram a favor do pacote o fizeram em grande parte porque estavam temerosos das ameaças de Wall Street, que se os ricos não recebessem sua dádiva, os mercados enlouqueceriam e então adeus às pensões que dependem das ações e adeus aos fundos de aposentadoria. E adivinhem? Isso é exatamente o que fez Wall Street! A maior queda em um único dia no índice Dow da Bolsa de Valores de Nova York.

À noite, os apresentadores de televisão gritavam: os estadunidenses acabaram de perder 1,2 bilhão de dólares na Bolsa! É o Pearl Harbour financeiro! Caiu o céu! Gripe aviária! Obviamente, quem conhece a bolsa sabe que ninguém "perdeu" nada ontem, que os valores sobem e baixam e que isso também acontecerá porque os ricos compraram agora que estão baixo, os segurarão, depois os venderão e logo em seguida os comprarão novamente quando estiverem baixos de novo. Mas, por enquanto, Wall Street e seu braço de propaganda (as redes de TV e os meios de comunicação que possuem) continuarão tratando de nos meter medo. Algumas pessoas perderão seus empregos. Uma débil nação de fantoches não suportará muito tempo esta tortura. Ou poderemos suportar?

Eis no que acredito: a liderança democrata na Câmara baixa esperava secretamente todo o tempo que esta péssima lei fracassasse. Com as propostas de Bush derrotadas, os democratas sabiam que poderiam então escrever sua própria lei que não favoreça apenas os 10% mais ricos que estavam esperando outro lingote de ouro. De modo que a bola está nas mãos da oposição. O revólver de Wall Street, porém, aponta para suas cabeças. Antes que dêem o próximo passo, deixem-me dizer no que os meios de comunicação silenciaram enquanto se debatida essa lei:

1. A lei de resgate NÃO prevê recursos para o chamado grupo de supervisão que deve monitorar como Wall Street vai gastar os 700 bilhões de dólares;

2. A lei NÃO considerava multas, sanções ou prisão para nenhum executivo que roubar dinheiro público;

3. A lei NÃO fez nada obrigar aos bancos e aos fundos de empréstimo a renovar as hipotecas do povo para evitar execuções. Esta lei não deteria uma sequer execução!

4. Em toda a legislação NÃO havia nada executável, usando palavras como "sugerido" quando se referiam à devolução do dinheiro do resgate a ser feito pelo governo.

5. Mais de 200 economistas escreveram ao Congresso e disseram que esta lei poderia piorar a crise financeira e provocar ainda MAIS uma queda.

É hora de nosso lado estabelecer claramente as leis que queremos aprovar.

Tradução para o português: Marco Aurélio Weissheimer

Fonte: http://www.cartamaior.com.br

Voltar ao início
....................................................................
Madeira Ecológica Madeira plástica como alternativa ecologicamente correta

A tradicional madeira, que contribui para o desmatamento de milhares de árvores, já pode ser substituída pela "madeira plástica". O novo material é feito a partir de uma mistura de plástico, que vem de embalagens usadas e até de fraldas descartáveis, com fibras vegetais, que podem ser de coco e tapetes. Nessa mistura também entra a borra de café.

O material que sobra da produção das indústrias é todo moído e prensado a uma temperatura de 200º. A aparência do novo material não deixa nada a desejar ao visual da tradicional madeira.

O diretor da fábrica que produz o novo material, Marcelo Queiroga, lista alguns benefícios da "nova madeira". "Não precisa de manutenção e nem envernizar. Produziremos muitos quilos de madeira plástica por dia se levarmos em conta que, se entrar dez quilos de resíduos na fábrica, serão dez quilos de madeira plástica produzidas. Digo aos funcionários da fábrica que somos uns garis responsáveis".

A empresária Hanriette Soares apostou na novidade para construir o deck da piscina de sua casa. " Escolhi esse material por ter uma política ecológica bacana, uma proposta de reciclagem de lixo. Além de estar aliada à questão da durabilidade".

As construções tradicionais ainda são maioria, mas pesquisadores estão em busca de soluções ecológicas. Os professores do curso de arquitetura da PUC-Rio criaram o "telhado verde", como uma alternativa às telhas e ao concreto.

Alguns testes feitos no telhado comprovaram que a novidade é à prova de vazamentos e contribui para que se use menos o ar condicionado. De acordo com um dos inventores, professor Fernando Betin, uma das propriedades do material é acumular a umidade do ar, favorecendo a diminuição da temperatura do ambiente.

O "telhado verde" é feito com plantas que dispensam manutenção constante, madeira, uma manta impermeabilizante feita de pequenas pedras, que servem para facilitar o escoamento da chuva, e por cima terra.

Fonte: http://g1.globo.com

Voltar ao início
Agenda
Curso de Cozinha Vegetariana 1º Curso de Cozinha Vegetariana
Tema: Arte Culinária com Tofu

A Revista dos Vegetarianos promove, no próximo dia 10, em São Paulo, o primeiro curso de culinária vegetariana. Neste primeiro módulo, os participantes aprenderão diversas receitas à base de tofu, o queijo da soja.

Os palestrantes serão a chef Ellen Vitorino e o Dr. Eric Slywitch. Ellen é especialista em culinária vegetariana, ministra cursos na área e já foi responsável por cozinhas em restaurantes nos Estados Unidos e na Argentina. Dr. Eric Slywitch é médico especialista em nutrologia, nutrição enteral e parenteral e especialista em nutrição vegetariana. É autor do livro: "Alimentação sem carne – guia prático" e coordenador do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira, além de também coordenar a Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional do Hospital Santa Marina (São Paulo – SP).



Data: 10 e 17 de outubro de 2008
Horário: 14h às 17h45
Local: Auditório Demo Kitchen da Universidade Anhembi Morumbi - Rua Casa do Ator, 340 – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3038-5050 | www.arcodigital.com.br | siomaragut@yahoo.com




Voltar ao início
....................................................................
Encontro Comunicação e Sustentabilidade 1º Encontro Latino-Americano de Comunicação
e Sustentabilidade


Acontece dias 16, 17 e 18 de outubro o Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade. Profissionais de comunicação e especialistas em água, energia e Amazônia vão debater como abordar a sustentabilidade de forma transversal em todas as pautas.

Durante três dias, jornalistas de mídias e de assessorias de imprensa de empresas, governos e ONGs vão conversar com especialistas sobre a construção das novas pautas da sustentabilidade. O Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade, que está sendo organizado pelo Instituto Envolverde, terá três linhas temáticas: Amazônia, Água e Energia.

A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, realizará a palestra magna de abertura do evento.



Data: 16, 17 e 18 de outubro de 2008
Local: Hotel Jaraguá
Rua Martins Fontes 71 - Bela Vista – São Paulo (SP)

Informações: (11) 3796-8066 | http://institutoenvolverde.blogspot.com | instituto@envolverde.org.br




Voltar ao início
....................................................................
Alimentação Viva Seminário

Introdução à Alimentação com Vida

Neste seminário, você irá aprender os preceitos da alimentação com vida e a preparar pratos, sobremesas, e vitaminas deliciosas e fáceis de fazer. Terá boas dicas de como iniciar e se manter na alimentação viva, e de como criar um sistema de apoio que o ajude a fazer a transição para uma alimentação verdadeiramente saudável.

As crudivoristas, educadoras e líderes motivacionais Leigh Hopkins e Helena Baronheid (mestre de Reiki), dos Estados Unidos, irão se juntar à chef crudivorista brasileira Tiana Rodrigues, dona do restaurante Universo Orgânico no Rio de Janeiro, para lhe proporcionar um seminário interessante, divertido, e transformador.



Início: 18 e 19 de Outubro

Local: Livraria da Conde - Rua Conde de Bernadote, 26 - Leblon – Rio de Janeiro (RJ)
Informações: (21) 2274-8673 | (21) 3509-4267 | www.universoorganico.com



Voltar ao início
....................................................................
Proenco Brasil 2º Curso de Especialização em Mercado de Carbono

O Curso de Especialização em Mercado de Carbono é eminentemente técnico com uma visão estratégica e orientação prática, voltado para a capacitação de profissionais na tomada de decisão em questões ambientais e na condução de trabalhos envolvendo o segmento de carbono.

O curso é composto de aulas teóricas, trabalhos práticos e visitas técnicas. Com 40 horas-aula distribuídas ao longo de cinco sábados, aborda a realidade de um dos mercados mais dinâmicos da atualidade e em fase de expansão continuada, tanto no Brasil quanto no mundo.



Data: 29 de novembro e 06, 13 e 20 de dezembro de 2008
Local: Conselho Regional de Química – IV Região – São Paulo (SP)
Informações: 0800 282 0704 |
www.proencobrasil.com.br | proenco@proencobrasil.com.br


Voltar ao início
Agenda
Suco de uva orgânico Suco de Uva Orgânico

Produzido pela família Chilanti, na Serra Gaúcha, adepta da agroecologia, este suco de uva orgânico é indicado por seu alto valor medicinal, rico em substâncias imunonutritivas, uma verdadeira panacéia de efeitos terapêuticos junto ao organismo e psiquismo humano. As uvas orgânicas possuem uma quantidade enorme de flavanóides, poderosos antioxidantes.

O suco de uva orgânico, geralmente caro e de difícil acesso, está agora ao seu alcance por um valor menor do que o praticado pelo mercado, graças a um convênio estabelecido entre a ONG Essência Vital e a família Chilanti.

Confira a tabela de preços:

1 litro: R$ 8,00 para soropositivos sócios da Essência Vital.
Caixa com 12 litros: R$ 96,00

1 litro: R$ 8,50 para sócios que não são soropositivos.
Caixa com 12 litros: R$ 102,00

1 litro: R$ 9,00 para soropositivos que não são sócios.
Caixa com 12 litros: R$ 108,00

1 litro: R$ 10,00 para pessoas não soropositivas, nem sócias.
Caixa com 12 litros: R$ 120,00
Para encomendar o suco de uva orgânico, ligue para (21) 3238-5190 ou 9899-9347.



Voltar ao início
....................................................................
DVDs do Projeto Vibração Positiva DVDs do Projeto Vibração Positiva

Todos os encontros do Projeto Vibração Positiva são gravados em DVD. São dezenas de palestras sobre alimentação, saúde, terapias naturais e qualidade de vida, para que as valiosas informações compartilhadas pelos profissionais de saúde convidados possam chegar ao maior número possível de pessoas. Confira a resenha desta edição:

Mecanismos de Ação do Medicamento CANOVA" e "Recuperação de Pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o Uso do Medicamento CANOVA"

Neste encontro do Projeto Vibração Positiva, estão documentadas duas importantes palestras sobre o imunomodulador homeopático Canova, que, em 60% dos casos, reduz a carga viral em mais de 90% sem efeitos colaterais. A Dra. Dorly Buchi, cientista responsável pelas pesquisas com o Canova, explica o mecanismo de ação do medicamento no sistema imunológico de pacientes considerados soropositivos para o HIV/AIDS. Na segunda parte, o mestre em biologia celular Rafaello di Bernardi compartilha a experiência de tratamento de pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o uso do Medicamento Canova.

Segundo Dorly, após 24 horas de aplicação da primeira dose de Canova, células de defesa chamadas macrófagos ganham condições de combater organismos nocivos com mais eficiência, rapidez e menos desgaste energético, o que promove uma recuperação rapidamente percebida pelos pacientes. Além disso, a cientista expõe os benefícios proporcionados pelo Canova a partir da redução do Fator de Necrose Tumoral (TNF-alfa), molécula presente em excesso nos estados terminais de câncer e Aids, e responsável pela caquexia característica desses casos. Com apenas dois dias de uso do medicamento, o TNF-alfa se reduz drasticamente, o que gera aumento de apetite, capacidade de absorção dos alimentos e conseqüente aumento da massa muscular e da vitalidade.

Por fim, o mestre em biologia celular, Rafaello di Bernardi, conta sua experiência na recuperação de pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o uso do Medicamento Canova. Através desse emocionante relato, todos puderam compartilhar as lições de cidadania e esperança vividas pelo grupo de médicos brasileiros.

Valor: R$ 15,00

Para adquirir o DVD, ligue:
(21) 3238-5190 / (21) 3683-8344 / (21) 9899-9347
Ou escreva para vibracaopositiva@essenciavital.org.br



Voltar ao início
....................................................................
A Revolução das Fibras Indicação de Leitura

Lançamento: A Revolução das Fibras

Dr. Márcio Bontempo (2008)
Editora Alaúde – 128 páginas
Preço sugerido: R$ 17,60


É consenso entre os profissionais da saúde que as fibras devem fazer parte da dieta diária de todas as pessoas. As fibras são partes de alimentos de origem vegetal que não são absorvidas no processo de digestão, mas, por isso mesmo, vitais para o funcionamento adequado do organismo. Auxiliam tanto na absorção correta de nutrientes quanto na eliminação daquilo que o corpo não aproveita, sendo benéficas para a cura e prevenção de inúmeras doenças.

A Revolução das Fibras – Organismo saudável e equilibrado é uma obra que traz todas as informações sobre os tipos de fibras nutricionais, em que alimentos encontrá-las, como incluí-las na sua dieta, como evitar doenças, mostrando tudo o que se deve fazer para aproveitar a revolução que as fibras podem promover em sua saúde.

O livro mostra a importância das fibras na dieta, descreve os principais alimentos em que elas podem ser consumidas, traz dicas de aproveitamento de fibras dos alimentos e diversas receitas de doces, salgados e sucos.

Sobre o autor Dr. Marcio Bontempo é médico homeopata, especialista em saúde pública, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional, diretor do Núcleo de Saúde da União Planetária e diretor da TerraBrazil. Foi assessor da Secretaria Municipal de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e membro da Comissão de Saúde da Câmara Federal (DF), além de atuar junto ao Ministério da Saúde, em apoio às novas políticas de saúde pública. Profissional da saúde há mais de 25 anos, realiza inúmeras palestras e cursos pelo Brasil e exterior sobre saúde pública e medicina natural científica, acém de ser autor de cerca de 50 livros, entre eles Receitas Médicas Naturais, Alho, sabor e saúde, Pimenta e seus benefícios e Mel, uma vida doce e saudável. Atualmente, reside em Brasília com sua esposa e filhos, e dedica-se ao desenvolvimento de projetos e publicações voltadas para a saúde da população brasileira.



Voltar ao início
ONG Essência Vital
Tels.: (21) 3238-5190 | 3278-4020 | 9899-9347 | 9343-7255 comunicacao@essenciavital.org.br

www.essenciavital.org.br
Acesse este link caso você não queira mais receber nossa newsletter.
Se você não deseja mais receber nenhum de nossos e-mails, cancele seu cadastro aqui.