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Edição 2 - 07 de Outubro de 2008 - Publicação Quinzenal |
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Tenacidade
Se pretendes realizar algo meritório, que te promovas interiormente, jamais esqueças da tenacidade com que deves lutar, para que não abandones a tarefa ao meio do caminho.
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Alimentação cheia de vida
Comer é se sentir amado. Esta afirmação, feita pela professora Ana Branco no Projeto Vibração Positiva, nos leva a repensar todo o nosso processo de alimentação, que, para ser verdadeiramente saudável, deve ser cheio de vida.
>> Leia o texto
completo |
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Soja, proteína e a crise mundial de alimentos
Neste artigo, Paula Savino afirma que, se mudarmos a nossa maneira de comer, faremos uma verdadeira revolução na melhoria da qualidade de vida humana no planeta.
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Oficina:
1º Curso de Cozinha Vegetariana
Tema: Arte Culinária com Tofu
A Revista dos Vegetarianos promove o primeiro curso de culinária vegetariana. Neste módulo, serão ensinadas receitas à base de tofu.
Local: Universidade Anhembi Morumbi
10 e 17 de Outubro - às 14h
Casa do Ator, 340 – São Paulo (SP)
Inf.: (11) 3038-5050
Outros eventos: 16/10: Comunicação e Sustentabilidade
18/10: Curso Alimentação com Vida
29/11: Curso Mercado de Carbono
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Tenacidade
Se pretendes realizar algo meritório, que te promova interiormente, ao mesmo tempo auxiliando-te no crescimento social e humano, jamais esqueças da tenacidade com que deves lutar, a fim de que não abandones a tarefa ao meio do caminho.
Todo investimento de luz enfrenta a densidade da sombra e da ignorância em predomínio.
Anelando por um mundo melhor e mais feliz, no qual o sofrimento bata em retirada e os valores ético-morais do Espírito predominem, serás surpreendido por empecilhos e desafios que te não podem atemorizar.
Iniciada a trajetória, a perseverança deve acompanhar os teus esforços, ensejando-te renovação de entusiasmo e alegria contínua, mesmo quando os céus se te apresentem plúmbeos em face das nuvens borrascosas.
É natural que assim ocorra, porquanto o inusual chama a atenção e experimenta reproche, especialmente quando se tratando de realização enobrecedora.
O solo não trabalhado, antes do preparo para a sementeira, é sempre mais áspero do que aquele que foi arado.
O charco ao abandono, a fim de ser transformado, necessita experimentar a agressão dos instrumentos que lhe revolvem a lama, que lhe abrem valas, ferindo-lhe com segurança o leito para que se processe a renovação e se transforme em seara rica de pão.
A sociedade contemporânea vinculada aos interesses imediatistas neles compraz-se, desprezando novos contributos que exijam esforço para mudanças radicais, embora os resultados venham a ser benéficos. Acomodada nas conveniências hedonistas, cria barreiras para alterações significativas.
O triunfo em qualquer empreendimento somente chega à etapa final após as renhidas batalhas.
Não se estando investido de tenacidade para levar adiante o ideal, quando irrompe o sofrimento o desânimo cerceia o passo do empreendedor e ei-lo que tomba na desolação, na desistência.
Estabelecido o programa da atividade, cada impedimento deve ser examinado e contornado, procurando-se outras alternativas, caso não seja possível desenvolver o procedimento desenhado.
O que é fácil de ser executado, qualquer pessoa consegue fazer. Aquilo, porém, que se apresenta complexo e com características de impossibilidade, exige pessoa portadora de qualidades mais valiosas, a fim de nunca abandonar o empreendimento.
Por essa razão, poucos são aqueles indivíduos que se destacam nas áreas do bem e do dever retamente cumprido, porque a grande maioria prefere o convencional, o habitual, o repetitivo, o vício, o amolentamento do caráter, o desvio espiritual...
Quando te disponhas a executar um labor que te eleve moral e espiritualmente, não te detenhas a examinar as impossibilidades atemorizantes, deixando-te ameaçar. Estuda-as, sim, com o objetivo saudável de encontrar os meios mediante os quais conseguirás ultrapassá-las.
Quem se mantém irresoluto contemplando o pântano empesteia-se com os miasmas que dele exalam.
Qualquer empreendimento exige abnegação, esforço e tenacidade.
O triunfo do conquistador sustenta-se na contumácia com que foi trabalhado.
Ninguém ascende às alturas sem o enfrentamento das baixadas mais sinuosas e traiçoeiras.
Do alto a visão é compensadora e abrangente, não se distinguindo os perigos nem as armadilhas da subida.
Assim também ocorre por ocasião das edificações morais e espirituais. Nos tentames iniciais tudo parece conspirar contra os resultados que se têm em mente.
Se o lutador não se encontra disposto a insistir, repetir, não ceder, o empreendimento deixa de ser realizado. Por isso, o número daqueles que abandonam os propósitos superiores é muito grande. Nem por essa razão, o progresso deixou de apresentar-se no mundo.
É natural, portanto, que se paguem os altos estipêndios emocionais para o desiderato do Bem.
A crítica mordaz dos céticos, a desconfiança dos pessimistas, a arrogância dos prepotentes, a falácia dos cínicos compõem a patética da negação e transforma-se em montanha de problemas tentando dificultar o avanço dos idealistas, especialmente daqueles que servem a Jesus.
Não te preocupes com eles. Vence-os, um a um, mantendo-te devotado, trabalhando sem cessar e demonstrando que a marcha longa se inicia no primeiro passo e continua na sucessão deles.
Estás destinado às cumeadas do progresso que te aguarda.
Enquanto não te resolveres por avançar, permanecerás detido nas curvas do caminho ou sombreado pelos receios injustificáveis.
Todo operário conduz mãos calosas, que são as condecorações dos trabalhos executados.
Assim também, os obreiros de Jesus, quando na execução dos compromissos a que se vinculam, apresentam os sinais do esforço, porém revelam-se muito felizes por haverem sido convidados para servi-lO.
Não ficaram somente no deleite da invitação, mas avançaram na direção do campo, tomaram da charrua e puseram-se a lavrar o solo, aguardando o momento da ensementação que lhes cumpre realizar.
Sentem-se escolhidos para o intransferível labor e empenham-se por produzi-lo com eficiência.
Pouco lhes importa se a estação é primaveril ou outonal, se a canícula é áspera ou o inverno rigoroso. É-Ihes essencial agir e trabalhar com afinco, não perdendo a ocasião que se lhes apresenta para ser utilizada.
Jesus convidou-nos oportunamente: Vem hoje trabalhar na minha Vinha. Não estabeleceu condições, nem determinou prioridades. Foi taxativo ao enunciar: Vem hoje.
Hoje, e não mais tarde, porque o veículo do tempo na sua incessante movimentação altera as condições e circunstâncias, priorizando aqueles que aceitaram o convite.
Com tenacidade, portanto, prossegue no desempenho dos teus compromissos para com a Vida e não temas nunca.
Joanna de Ângelis
(Texto psicografado pelo médium Divaldo P. Franco, no dia 20 de julho de 2003, em Sydney, Austrália.)
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Alimentação cheia de vida
Comer é se sentir amado. Esta afirmação, feita pela professora, designer e pesquisadora da PUC/RJ, Ana Branco, durante palestra realizada por ela no Projeto Vibração Positiva, nos leva a repensar todo o nosso processo de alimentação. A partir do conceito de Biochip, Ana Branco defende a importância de se consumir alimentos vivos e grão germinados para fortalecer a saúde e obter qualidade de vida.
Ana Branco é desenvolvedora do Projeto Biochip, um grupo de estudo, pesquisa e desenho que investiga as cores e a recuperação das informações presentes nos alimentos vivos, orgânicos e amornados. Ela explicou no que consiste o biochip e qual sua relação com nossos alimentos: "no computador, para que se armazene informação, é necessário um chip. Se eu pego o chip do computador, coloco dentro de uma panela e acendo fogo baixo, a primeira coisa que se rompe é uma molécula de água contendo silício. Se eu retornar com esse chip para o computador, constatarei que não há mais qualquer informação gravada, pois o silício só funciona enquanto estiver envolto pela molécula de água. A tecnologia se utilizou dessa informação aprendida com a natureza. Dentro de todas as sementes que estão na terra há silício envolto por molécula de água. Se eu cozinho essas sementes, a primeira coisa que se rompe é a informação. Ela deixa de ser um biochip", explicou Ana.
"Até agora, a alimentação foi utilizada para engordar, para emagrecer, para ganhar corrida, para curar doença, mas, mais do que isso, as sementes podem ser fontes de informação, de como lidar com o sol, a água, a chuva, a erosão, outros seres vivos, enfim, como lidar com nosso entorno. E, durante quatro mil anos, nós tiramos a água molecular que fica em volta do silício pelo cozimento. Assim, vivemos quatro mil anos de guerra, pois, com o início do cozimento, surgiram as batalhas e teve início a nossa desnaturação", afirmou.
Segundo Ana Branco, as sementes, enquanto estão ligadas à terra, têm um pH alcalino, assim como nós quando nascemos. Ao longo do tempo, esse pH vai se acidificando: "nós todos nascemos com pH alcalino, que é o estado ótimo de multiplicação celular. Mas aprendemos imediatamente a comer comida ácida e invertê-lo, nos acidificando pelo cozimento e, assim, perdendo a capacidade incrível de desenvolvimento que só temos no primeiro ano de vida, mas que poderíamos ter por toda a vida".
De acordo com a professora, a acidificação gera estruturas viciantes. "Quando alguém começa a se drogar com cocaína, ficamos preocupados porque sabemos que aquela situação não vai muito longe, pois cada vez mais o usuário vai querer doses mais fortes daquela acidez. E essa acidez começa quando você nasce. Canja de galinha, gema de ovo com caldo de feijão, pão com manteiga, carne com batata, macarrão com queijo, pizza, entre outros pratos, resultam na combinação de amido com proteína e isso gera acidez. Assim a criança chora, tem dor de barriga e sofre muito para se adaptar a essa acidez alimentar. Dessa forma, cada vez mais a criança fica viciada na acidez e quer, a cada dia, doses mais fortes. Nós somos dependentes químicos dessa combinação. Os restaurantes, o tempo todo, misturam amido com proteína, que é uma dose interessante para proporcionar uma boa acidez ao corpo e a sensação de euforia. Logo depois, vem um pico de depressão e você tem que tomar um cafezinho ou comer um doce para se levantar. E assim, você desce e sobe o dia inteiro, gastando toda a sua energia nesse processo metabólico. Logo ao lado do restaurante, certamente haverá uma farmácia, e assim nós estamos vivendo há quatro mil anos. Não precisava ser assim, pois nós nascemos para viver no paraíso, e o paraíso é aqui e já. A única coisa que precisamos fazer é inverter esse caminho", explicou.
O poder dos grãos germinados
A chave para uma alimentação alcalina e extremamente nutritiva está numa solução muito simples: a germinação das sementes. Ao colocarmos na água uma semente acidificada com o tempo, ela germina e coloca para fora seu primeiro broto. Quando isso acontece, amplia-se o valor nutritivo em 20 mil vezes, pois o broto contém toda a energia vital que irá gerar a árvore e milhares de outros frutos. A semente germinada decompõe todas as proteínas, amidos, carboidratos, gorduras e aminoácidos, que nosso corpo passa a absorver rapidamente, alcançando a alcalinização e, conseqüentemente, a revitalização. "Toda a discussão a respeito da fome no mundo fica comprometida com essa informação. Aquela quantidade que nós comíamos é completamente desnecessária pela modificação da qualidade do alimento", afirma Ana Branco.
Retornar a essa alimentação é o destino da humanidade, acredita Ana: "estamos recebendo essas informações e toda a nossa grande questão é se começamos a fazer isso hoje ou mês que vem, mas, naturalmente, toda a espécie humana vai retornar aos ensinamentos de Hipócrates, que são os mais antigos do mundo. Há 3,5 mil anos, os povos nômades da Ásia já caminhavam com saquinhos de sementes germinadas. Essas informações, todos os médicos viram na faculdade, mas não se abriram para elas. Isso porque o sistema que banca as escolas de Medicina e todas as escolas é comprometido com a indústria. E o sistema industrial tem que fazer valer o da indústria alimentícia, da indústria de remédios, da manutenção da guerra. Mas, se você rompe com a guerra na origem, o sistema naturalmente vai ter que ser redesenhado", afirmou.
Segundo Ana, o planeta Terra produz diariamente o vermelho, que é a cor complementar ao verde. "E daí surgirmos nós, os animais de cor vermelha, para completar o verde da terra. Não é a toa que o vermelho é a cor em que enxergamos o maior número de tonalidades. E não é à toa também que a hemoglobina é complementar à clorofila. Essa é a hipótese de Gaia, proposta pelo cientista britânico James Lovelock", explicou. "A origem do nosso sangue vem dos vegetais verdes. Então, podemos fazer sangue novo muito rapidamente, usando o verde para renovar o nosso sangue".
Como germinar as sementes
O processo de germinação das sementes é muito simples e pode ser feito por qualquer pessoa. Ana explicou que o primeiro passo é colocar as sementes em um copo, cobrir com água, tampar com o um pedaço de filó e prender com um elástico: "Nós vamos dormir e a semente vai acordar. Depois de uma hora de molho, se fizermos uma foto kirlian, veremos raios de luz feito estrelas saindo da semente. Ou seja, você vai ver todo o potencial de nascer ativado. Quando chegar o dia seguinte, jogamos a água fora e deixamos o copo inclinado, escorrendo a água. Assim, a semente vai receber ar. Saímos então para trabalhar e, ao voltarmos, enchemos o copo de água novamente, sacudimos, jogamos a água fora e deixamos escorrer. Com oito horas de água e oito horas de ar, você já desencadeou o potencial de germinação. Daí, seguem-se mais oito horas de água e 16 de ar para que a semente coloque o narizinho para fora. Então, é só apertar, para que a semente saia da casca, e comer", explicou.
Podemos germinar todas as sementes comestíveis, tanto pelo homem como pelos pássaros: girassol, painço, niger, colza, aveia, trigo, linhaça, arroz, soja, centeio, gergelim, grão de bico, amendoim, lentilha, nozes, castanha do Pará, amêndoas, ervilha, feno-grego etc.
Suco de Luz do Sol
Com as sementes germinadas, podemos fazer o suco de luz do sol, um presente da Terra para nós. Segundo Ana, o suco de luz do sol é a clorofila pura, luz do astro rei que alimentou e foi transformada pelas plantas verdes. "Esse tipo de alimento é capaz de mudar o comportamento das pessoas, por causa da oxigenação intensa do cérebro". O suco verde entra no sangue e em 15 minutos se transforma em hemoglobina, acelerando processos de cura e desintoxicação.
O suco de luz do sol é um remédio poderoso, afirma Ana, que pode curar tudo: dor de cabeça, dor de barriga, pele seca, diarréia, constipação, gripe - das mais fáceis até as mais difíceis. Aids, câncer, coma? Cura, garante Ana, que já viu recuperações espetaculares, que você pode ler nos depoimentos no site dela, clicando aqui.
Segundo Ana, o suco é mais nutritivo do que qualquer outra coisa, pois contém energia vital: "O homem é um fenômeno elétrico, e não um monte de carne e osso. Você é feito de luz. E como um fenômeno elétrico deve viver? Em ambiente alcalino, que é onde a luz tem maior potência. O suco é partícula de luz promovida pelo sol. Na fotossíntese, se absorve gás carbônico e se libera oxigênio. Nós temos uma operação complementar: absorvemos oxigênio e liberamos gás carbônico. Então, com esse suco, podemos fazer sangue novo todos os dias. E aí, adeus, doença. Adeus, tristeza. Adeus, depressão. Você fica muito parecido com quem você sempre foi aos quatro, cinco anos de idade. Torna-se franco, direto, honesto com você mesmo, amoroso, gentil, gosta de viver em bandos, aprende a viver em grupos e a formar grupos de paz, não de guerra. Você se lembra que não tinha medo de nada? Pois o amor é o oposto do medo. Quando sai o medo, entra o amor", afirma a professora.
Aprenda a fazer o suco de luz do sol
Coloque duas maçãs picadas sem sementes no liquidificador. Bata com a ajuda de um pepino como socador, para auxiliar a extrair o líquido que mora dentro dos vegetais. Acrescente um punhado de grãos germinados, folhas verdes comestíveis (couve, chicória, hortelã), o legume e a raiz escolhida, variando as hortaliças sempre que possível e privilegiando as de produção orgânica. Coe num coador de pano e beba logo em seguida. E se delicie com a força da energia vital!
>> Assista em vídeo como germinar grãos
>>Assista em vídeo como fazer o suco de luz do sol
>> Saiba mais sobre o trabalho de Ana Branco e o Projeto Biochip
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Soja, proteína e a crise mundial de alimentos
Por Paula Savino*
Durante as últimas décadas, a crise de alimentos para a população mundial emergiu como um dos mais sérios problemas que o ser humano tem enfrentado. A humanidade está passando por uma grande escassez de alimentos e a situação tende a piorar a cada dia.
Especialistas em alimentação estimam que a fome e a desnutrição causam inúmeras doenças e tiram a vida de mais de 5 a 20 milhões de pessoas por ano (15.000 a 60.000 por dia) e metade destas vítimas são crianças abaixo de 5 anos. De acordo com a FAO, 400 a 500 milhões de crianças que vivem nos seis países considerados de mais baixa renda, sofrem de severa desnutrição crônica e seus crescimentos e capacidades mentais são permanentemente retardados. Mais de 1/4 dos habitantes da Terra se confrontam com a fome inevitável durante alguma parte de cada ano.
Neste ponto crucial da história da humanidade, estamos atravessando três curvas exponenciais extremamente perigosas – o crescimento desenfreado populacional, a falta de recursos de energia e a poluição ambiental.
Nas nações menos desenvolvidas, onde a população dobra geralmente a cada 20 a 25 anos e a maioria dos campos de terra férteis estão intensamente cultivados, os suprimentos alimentares não são suficientes de acordo com a demanda. As nações mais desenvolvidas usam uma grande parte de seus cereais como milho, soja, trigo e aveia para alimentar as criações de animais que irão nutrir uma parte muito pequena da humanidade. Na verdade, os preços destes alimentos básicos são normalmente colocados fora do alcance dos destituídos, aumentando assim a lacuna entre as nações ricas e pobres, e levando nações inteiras ao caos político e econômico.
A pobreza, a ignorância e a desnutrição transferidas de gerações a gerações vêm contribuindo para a degradação da qualidade de vidas individuais e poderá gerar, em breve, conseqüências graves inimagináveis para todas as pessoas e lugares.
Nos países mais desenvolvidos, a grande maioria das pessoas não tem a menor noção do que significa sentir-se faminto nem por um dia. Muitas delas tornaram-se apáticas e insensíveis à triste realidade do que está acontecendo à sua volta. Outros acham que é muito tarde para se tomar providências e não se dão conta de que, se mudarmos a nossa maneira de nos alimentar, estaremos participando de uma verdadeira revolução mundial em direção a melhoria da qualidade de vida humana no planeta.
A proteína é o ingrediente mais escasso na alimentação da maioria dos povos mais carentes. A fome mundial é principalmente uma fome protéica. Grande parte das mortes por inanição é causada pela falta de proteínas e não pela falta de calorias.
Especialistas concordam que a situação não admite uma solução fácil, mas todos são unânimes nas suas opiniões de que a soja será a fonte mais importante de proteína neste futuro próximo. Por quê? Porque a soja pode produzir mais proteína utilizável por hectare de terra do que qualquer outra plantação – 33% a mais do que a média e 360% a mais sob condições ideais –, além de 20 vezes mais do que se a mesma terra fosse usada para pasto ou para plantio de alimentos para o gado.
A soja tem sido utilizada como a mais importante fonte de proteína na Ásia Oriental por mais de 2000 anos. A soja contém 34% a 36% de proteína de alta qualidade e inclui todos os oito aminoácidos essenciais prontamente utilizáveis pelo organismo. Do ponto de vista do orgânico, a quantidade de proteína utilizável contida em meia xícara de soja em grão não é diferente da contida em 140 gramas de carne. Além do mais, a soja é um alimento de baixas calorias, não contém colesterol e quase nada de gorduras saturadas encontradas em abundância na maioria dos produtos de origem animal. A soja é rica em poliinsaturados, lecitina, ácido linoléico, vitaminas B1, B2, B3 e B6, cálcio, ferro, potássio, fósforo, vitamina E, ácido fólico, ácido pantotêntico, ômega 3, magnésio e zinco e é usada também no Oriente para prevenir e tratar doenças cardiovasculares, endurecimento de artérias, anemia, artrites, acidificação sangüínea, diabetes, osteoporoses (porque contém fitoestrogênios que fixam o cálcio nos ossos), para reduzir colesterol e atuar na prevenção de diversos tipos de câncer.
Os Estados Unidos são o maior produtor de soja do mundo, em segundo lugar vem o Brasil. Os EUA exportam mais da metade de suas colheitas avaliadas em cinco bilhões de dólares por ano. A colheita não exportada é enviada para grandes fábricas, donde se extrai o seu óleo (que não contém proteína e é extraído com solventes químicos). Cerca de 95% da rica sobra de proteína é transformada em ração para animais. A soja exportada para a Europa, Rússia e outros países alimenta rebanhos, animais domésticos e de estimação, seguindo a mesma rota. Somente na Ásia Oriental as grandes quantidades de soja são transformadas em alimentos altamente protéicos usados diretamente para o ser humano. Se toda a proteína de soja produzida nos EUA fosse usada diretamente para consumo humano, poderia preencher 25% do requerimento anual de proteína de cada pessoa deste planeta.
O sistema responsável por este imenso desperdício é a indústria de rações, que foi desenvolvida após a 2ª Guerra Mundial para aproveitar as colheitas de grãos e soja excedentes e alimentar as criações animais como forma mais lucrativa. Cerca de 78% de todo cereal, incluindo 90% do milho, aveia e cevada e 24% do trigo, são manipulados para alimentar animais e poderiam estar servindo como alimento humano. Como resultado, a média de americanos consome o equivalente a uma tonelada de grãos de soja anualmente, o equivalente a apenas 10%, enquanto os remanescentes 90% são consumidos na forma de carne, galinha, laticínios e ovos. Em contrapartida, a média de pessoas nos países em desenvolvimento consome apenas 181 quilos por ano.
Portanto, o nascimento de um típico bebê americano tem cinco vezes mais impacto nos efeitos adversos das preciosas reservas de alimentos do mundo do que o nascimento de uma criança na Ásia, África ou América Latina. Cerca de 6% da população mundial que vive nos Estados Unidos consomem 30% da carne mundial e bebem metade do leite produzido mundialmente, além de gastarem 25 bilhões de dólares com bebidas alcoólicas produzidas principalmente a partir de grãos.
Concluímos, então, que o gado e outras criações, além de cães e gatos de estimação, estão em competição direta por alimento básico com os seres humanos, principalmente em relação às nações mais pobres e famintas. No mercado internacional, criadores de gado americano suportados pela crescente demanda de consumo de carne facilmente sobrepujam os representantes de outros países que têm nos cereais a sua fonte de alimento principal. Aproximadamente 90 milhões de cães e gatos consomem sozinhos anualmente 1,5 bilhão de alimentos contendo proteína suficiente para alimentar quatro milhões de seres humanos. Os animais nos países desenvolvidos se alimentam bem melhor e mais nutricionalmente balanceados do que 2/3 da população humana em países pobres.
O alimento é uma forma de energia e é fundamental que contenha calorias e proteínas suficientes. Como podemos ver, os alimentos são ultimamente derivados de plantas que fazem primeiro o processo de transformação de energia que torna cada forma de vida possível. Sem as plantas, teríamos sol, água, ar e terra, mas não alimentos.
A soja e os cereais são os alimentos mais democráticos, porque a natureza os produz em tal abundância, que existem em quantidade suficiente para serem consumidos em qualquer lugar e a preços que qualquer um poderia adquirir. Infelizmente, problemas políticos e sociais interferem na correta distribuição destes alimentos, encarecendo-os, mas, com a população do mundo dobrando a cada 25 anos, não há tempo a perder ou o homem sucumbirá numa gigantesca e inevitável fome mundial.
A terra ainda nos provê com mais do que alimentos suficientes, mas a quantidade disponível para cada pessoa nas nações mais pobres está cada vez mais escassa, assim como a quantidade de agricultores. Durante o último quarto de século, tivemos a introdução, nas plantações, de fertilizantes, pesticidas e herbicidas químicos, além de sementes híbridas e/ou geneticamente modificadas que comprometem a qualidade do alimento produzido, e que deve ser evitado sempre que possível. Grandes corporações determinadas a aplicar os princípios da indústria na agricultura têm grosseiramente negligenciado a saúde de nosso solo. Muitos investidores da agricultura vêem o solo somente como uma combinação de nitrogênio, fósforo e potássio, em vez de uma substância viva, frágil e repleta de microorganismos, húmus e matéria orgânica. Eles parecem não compreender a necessidade de terra e de seus ciclos naturais, mas não podemos permanecer insensíveis à qualidade de nosso solo sem eventualmente sofrermos as conseqüências.
Fertilizantes químicos (agora aplicados à média de 68 quilos por hectare) não eram usados antes de 1940. Até esta data, os fazendeiros praticavam a colheita rotativa plantando leguminosas como a soja a cada três anos para regenerar os nutrientes do solo e ajudar no controle das monoculturas de insetos. A bactéria RHIZOBIA encontrada nos nódulos das raízes das leguminosas capta nitrogênio da atmosfera e fixa nitrogênio no solo. Este nitrogênio, que é o componente principal da proteína, serve como base de um fertilizante natural que alimenta a planta e as futuras plantações. Quando fertilizantes químicos são aplicados ao solo, as plantas utilizam apenas 50% deste nitrogênio, o resto é desperdiçado e se infiltra na terra, poluindo a água.
O nitrogênio fixado pela bactéria é utilizado completamente e não produz nenhuma poluição. A soja pode fixar aprox. 46 kg de nitrogênio por hectare de terra. Fazendeiros que usam fertilizantes naturais (adubos e compostos orgânicos) obtêm campos de soja superiores a 50 arbustos por hectare, quase duas vezes mais que a média. A soja tem uma resistência muito maior a doenças e insetos e o uso de pesticidas tóxicos não influencia em quase nada as colheitas, ao contrário: a não utilização dos mesmos ajuda a manter a bactéria das raízes viva e com força vital.
Por todo o mundo, está crescendo um movimento contrário ao desperdício de energia e aos métodos de destruição do ambiente de agricultura. Estes métodos destrutivos encarecem as produções, comprometem a qualidade dos alimentos e não colaboram em nada para a erradicação dos problemas alimentares do planeta.
A soja se desenvolve virtuosamente em qualquer clima – do Brasil tropical ao Japão. Seu cultivo é adequado tanto para pequenas ou grandes plantações. Devido ao seu modo excepcional de tanto nutrir o solo quanto ao homem, ela se ressalta num papel de destaque na agricultura emergente do planeta.
Tecnologias avançadas ocidentais estão sendo criadas para produzir um novo número de produtos derivados da soja como proteínas vegetais texturizadas (PVT). No entanto, tais alimentos são derivados e produzidos a partir de subprodutos da soja e podem acidificar o sangue, portanto, não devem ser consumidos regularmente.
Durante mais de 2000 anos homens e mulheres da Ásia Oriental participaram de uma vasta experiência para encontrar maneiras simples e eficientes de criar alimentos derivados da soja que são versáteis, nutritivos, alcalinos, de fácil digestão e acima de tudo deliciosos. Três grandes produtos são usados como base da nutrição e culinária asiática: tofu (queijo de soja), missô (pasta de soja fermentada) e shoyu (molho de soja), além de leite de soja, tempeh, nattô etc. Todos são altamente protéicos e podem servir como suporte de uma dieta, assim como uma dieta baseada no consumo de carnes e laticínios.
O desenvolvimento de tecnologias e métodos tradicionais para transformar a soja nestes alimentos poderá ser um dia visto como uma das maiores contribuições da Ásia Oriental para a humanidade.
Um antigo provérbio chinês nos lembra que "o tempo de crises é o tempo para grandes mudanças e oportunidades". Padrões de pensamentos rígidos estão começando a rachar rapidamente assim que encontram a descontinuidade. Estes padrões rígidos encobrem as crises disfarçando-as, mas a força de mudança da natureza está nos forçando a rever totalmente a base de nossas existências. Toda a nova versão da realidade, ricamente detalhada ainda que simples, está começando a se manifestar e a tomar forma. Esta é a visão holística e contemporânea da ecologia (mãe de todas as ciências), que vê a perfeita interconexão entre todas as coisas, a preciosa forma matriz e a energia do corpo do mundo.
A compreensão antiga e total de padrões espirituais aponta à realidade da união dos opostos, tornando-a real. Nossa visão deve inevitavelmente nos levar à ação, e é claro que não menos do que a benevolência e o serviço altruísta, que, de acordo com a verdade de nossa unidade, são os meios adequados para que possamos concluir as tarefas e desafios que temos de enfrentar.
A criança desperdiçada numa vila perdida do mundo é nossa criança, de forma que devemos produzir e fornecer alimentos para todos. Veremos, nos anos que virão, como a generosa soja se oferece a si própria desinteressadamente para nos ajudar a nutrir e alimentar um mundo que está fisicamente e espiritualmente faminto.
*Paula Savino é proprietária da Ecobras, que produz e doa alimentos à base de soja orgânica para o Projeto Vibração Positiva.
>> Visite o site da Ecobras
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1º Curso de Cozinha Vegetariana Tema: Arte Culinária com Tofu
A Revista dos Vegetarianos promove, no próximo dia 10, em São Paulo, o primeiro curso de culinária vegetariana. Neste primeiro módulo, os participantes aprenderão diversas receitas à base de tofu, o queijo da soja.
Os palestrantes serão a chef Ellen Vitorino e o Dr. Eric Slywitch. Ellen é especialista em culinária vegetariana, ministra cursos na área e já foi responsável por cozinhas em restaurantes nos Estados Unidos e na Argentina. Dr. Eric Slywitch é médico especialista em nutrologia, nutrição enteral e parenteral e especialista em nutrição vegetariana. É autor do livro: "Alimentação sem carne – guia prático" e coordenador do Departamento de Medicina e Nutrição da Sociedade Vegetariana Brasileira, além de também coordenar a Equipe Multidisciplinar de Terapia Nutricional do Hospital Santa Marina (São Paulo – SP).
Data: 10 e 17 de outubro de 2008
Horário: 14h às 17h45
Local: Auditório Demo Kitchen da Universidade Anhembi Morumbi - Rua Casa do Ator, 340 – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3038-5050 |
www.arcodigital.com.br |
siomaragut@yahoo.com
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1º Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade
Acontece dias 16, 17 e 18 de outubro o Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade. Profissionais de comunicação e especialistas em água, energia e Amazônia vão debater como abordar a sustentabilidade de forma transversal em todas as pautas.
Durante três dias, jornalistas de mídias e de assessorias de imprensa de empresas, governos e ONGs vão conversar com especialistas sobre a construção das novas pautas da sustentabilidade. O Encontro Latino-Americano de Comunicação e Sustentabilidade, que está sendo organizado pelo Instituto Envolverde, terá três linhas temáticas: Amazônia, Água e Energia.
A senadora e ex-ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, realizará a palestra magna de abertura do evento.
Data: 16, 17 e 18 de outubro de 2008
Local: Hotel Jaraguá
Rua Martins Fontes 71 - Bela Vista – São Paulo (SP)
Informações: (11) 3796-8066 |
http://institutoenvolverde.blogspot.com |
instituto@envolverde.org.br
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Seminário
Introdução à Alimentação com Vida
Neste seminário, você irá aprender os preceitos da alimentação com vida e a preparar pratos, sobremesas, e vitaminas deliciosas e fáceis de fazer. Terá boas dicas de como iniciar e se manter na alimentação viva, e de como criar um sistema de apoio que o ajude a fazer a transição para uma alimentação verdadeiramente saudável.
As crudivoristas, educadoras e líderes motivacionais Leigh Hopkins e Helena Baronheid (mestre de Reiki), dos Estados Unidos, irão se juntar à chef crudivorista brasileira Tiana Rodrigues, dona do restaurante Universo Orgânico no Rio de Janeiro, para lhe proporcionar um seminário interessante, divertido, e transformador.
Início: 18 e 19 de Outubro
Local: Livraria da Conde - Rua Conde de Bernadote, 26 - Leblon – Rio de Janeiro (RJ)
Informações: (21) 2274-8673 | (21) 3509-4267 |
www.universoorganico.com
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2º Curso de Especialização em Mercado de Carbono
O Curso de Especialização em Mercado de Carbono é eminentemente técnico com uma visão estratégica e orientação prática, voltado para a capacitação de profissionais na tomada de decisão em questões ambientais e na condução de trabalhos envolvendo o segmento de carbono.
O curso é composto de aulas teóricas, trabalhos práticos e visitas técnicas. Com 40 horas-aula distribuídas ao longo de cinco sábados, aborda a realidade de um dos mercados mais dinâmicos da atualidade e em fase de expansão continuada, tanto no Brasil quanto no mundo.
Data: 29 de novembro e 06, 13 e 20 de dezembro de 2008
Local: Conselho Regional de Química – IV Região – São Paulo (SP)
Informações: 0800 282 0704 |
www.proencobrasil.com.br |
proenco@proencobrasil.com.br
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Suco de Uva
Orgânico
Produzido pela família Chilanti, na Serra Gaúcha, adepta da agroecologia, este suco de
uva orgânico é indicado por seu alto valor medicinal, rico em substâncias
imunonutritivas, uma verdadeira panacéia de efeitos terapêuticos junto ao organismo e
psiquismo humano. As uvas orgânicas possuem uma quantidade enorme de flavanóides,
poderosos antioxidantes.
O suco de uva orgânico, geralmente caro e de difícil acesso, está agora ao seu alcance
por um valor menor do que o praticado pelo mercado, graças a um convênio estabelecido
entre a ONG Essência Vital e a família Chilanti.
Confira a tabela de preços:
1 litro: R$ 8,00 para soropositivos sócios da Essência
Vital.
Caixa com 12 litros: R$ 96,00
1 litro: R$ 8,50 para sócios que não são
soropositivos.
Caixa com 12 litros: R$ 102,00
1 litro: R$ 9,00 para soropositivos que não são
sócios.
Caixa com 12 litros: R$ 108,00
1 litro: R$ 10,00 para pessoas não soropositivas, nem
sócias.
Caixa com 12 litros: R$ 120,00
Para encomendar o suco de uva orgânico, ligue para (21) 3238-5190 ou
9899-9347.
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DVDs do Projeto
Vibração Positiva
Todos os encontros do Projeto Vibração Positiva são gravados em DVD. São dezenas de
palestras sobre alimentação, saúde, terapias naturais e qualidade de vida, para que as
valiosas informações compartilhadas pelos profissionais de saúde convidados possam chegar
ao maior número possível de pessoas. Confira a resenha desta edição:
Mecanismos de Ação do Medicamento CANOVA" e "Recuperação de Pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o Uso do Medicamento CANOVA"
Neste encontro do Projeto Vibração Positiva, estão documentadas duas importantes palestras sobre o imunomodulador homeopático Canova, que, em 60% dos casos, reduz a carga viral em mais de 90% sem efeitos colaterais. A Dra. Dorly Buchi, cientista responsável pelas pesquisas com o Canova, explica o mecanismo de ação do medicamento no sistema imunológico de pacientes considerados soropositivos para o HIV/AIDS. Na segunda parte, o mestre em biologia celular Rafaello di Bernardi compartilha a experiência de tratamento de pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o uso do Medicamento Canova.
Segundo Dorly, após 24 horas de aplicação da primeira dose de Canova, células de defesa chamadas macrófagos ganham condições de combater organismos nocivos com mais eficiência, rapidez e menos desgaste energético, o que promove uma recuperação rapidamente percebida pelos pacientes. Além disso, a cientista expõe os benefícios proporcionados pelo Canova a partir da redução do Fator de Necrose Tumoral (TNF-alfa), molécula presente em excesso nos estados terminais de câncer e Aids, e responsável pela caquexia característica desses casos. Com apenas dois dias de uso do medicamento, o TNF-alfa se reduz drasticamente, o que gera aumento de apetite, capacidade de absorção dos alimentos e conseqüente aumento da massa muscular e da vitalidade.
Por fim, o mestre em biologia celular, Rafaello di Bernardi, conta sua experiência na recuperação de pacientes com HIV/AIDS em Botswana, África, com o uso do Medicamento Canova. Através desse emocionante relato, todos puderam compartilhar as lições de cidadania e esperança vividas pelo grupo de médicos brasileiros.
Valor: R$ 15,00
Para adquirir o DVD, ligue:
(21) 3238-5190 / (21) 3683-8344 / (21) 9899-9347
Ou escreva para
vibracaopositiva@essenciavital.org.br
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Indicação de
Leitura
Lançamento: A Revolução das Fibras
Dr. Márcio Bontempo (2008)
Editora Alaúde – 128 páginas
Preço sugerido: R$ 17,60
É consenso entre os profissionais da saúde que as fibras devem fazer parte da dieta diária de todas as pessoas. As fibras são partes de alimentos de origem vegetal que não são absorvidas no processo de digestão, mas, por isso mesmo, vitais para o funcionamento adequado do organismo. Auxiliam tanto na absorção correta de nutrientes quanto na eliminação daquilo que o corpo não aproveita, sendo benéficas para a cura e prevenção de inúmeras doenças.
A Revolução das Fibras – Organismo saudável e equilibrado é uma obra que traz todas as informações sobre os tipos de fibras nutricionais, em que alimentos encontrá-las, como incluí-las na sua dieta, como evitar doenças, mostrando tudo o que se deve fazer para aproveitar a revolução que as fibras podem promover em sua saúde.
O livro mostra a importância das fibras na dieta, descreve os principais alimentos em que elas podem ser consumidas, traz dicas de aproveitamento de fibras dos alimentos e diversas receitas de doces, salgados e sucos.
Sobre o autor
Dr. Marcio Bontempo é médico homeopata, especialista em saúde pública, presidente da Federação Brasileira de Medicina Tradicional, diretor do Núcleo de Saúde da União Planetária e diretor da TerraBrazil. Foi assessor da Secretaria Municipal de Saúde do Estado do Rio de Janeiro e membro da Comissão de Saúde da Câmara Federal (DF), além de atuar junto ao Ministério da Saúde, em apoio às novas políticas de saúde pública.
Profissional da saúde há mais de 25 anos, realiza inúmeras palestras e cursos pelo Brasil e exterior sobre saúde pública e medicina natural científica, acém de ser autor de cerca de 50 livros, entre eles Receitas Médicas Naturais, Alho, sabor e saúde, Pimenta e seus benefícios e Mel, uma vida doce e saudável. Atualmente, reside em Brasília com sua esposa e filhos, e dedica-se ao desenvolvimento de projetos e publicações voltadas para a saúde da população brasileira.
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