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Edição 14 - 15 de Maio de 2009 - Publicação Quinzenal

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Divaldo Franco Divulgação pelos atos

O verbo arrebatador entretecerá considerações incomparáveis a respeito do Bem. No entanto, será o exemplo silencioso de dedicação que cimentará o trabalho de edificação enobrecedora.

Dr. Roberto Giraldo Gripe suína: realidade ou delírio?

Dr. Roberto Giraldo afirma: a suposta epidemia de gripe suína não passa de atuação dos poderosos com intenções macabras sobre as massas indefesas. A verdadeira epidemia é de alienação.

bicicleta série

Nas grandes cidades brasileiras, os engarrafamentos estão cada vez maiores. A saída para esse problema é simples: deixar o carro em casa sempre que possível. A bicicleta é uma ótima opção.

Exposição
28 milímetros – Mulheres/JR


JR Conhecido por suas instalações de cunho humanitário e dimensões gigantescas exibidas a céu aberto pelo mundo, o renomado artista francês JR filmou e fotografou mulheres do Morro da Providência para a exposição em cartaz na Casa França Brasil.

Outros eventos:

Palestra: Microfisioterapia
Evento: Viva a Mata 2009
Palestra: Harmonia dos corpos de luz

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Coluna Informando
Vandana Shiva Vandana Shiva: "A natureza nos salvará"

A ativista socioambiental afirma que nos esquecemos de ser cidadãos da Terra e que a crise climática é uma conseqüência do nosso distanciamento de um estilo de vida ecológico, justo e sustentável.
aquecedor Aquecedor solar mais barato traz economia

ONG desenvolve aquecedor solar até 85% mais barato e que permite a substituição dos chuveiros elétricos, responsáveis por cerca de 75% dos gastos residenciais com energia elétrica.
Parkinson Pesquisa associa agrotóxicos ao aumento do risco de Doença de Parkinson

Uma nova pesquisa publicada na Environmental Health Perspectives demonstra que a exposição a dois agrotóxicos comumente utilizados nos EUA pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson.
Dom Hélder Dom Hélder Câmara se manifesta em livro mediúnico

Recentemente foi lançado um livro mediúnico trazendo as reflexões de um padre depois da morte, atribuído ao Espírito de Dom Hélder Câmara, bispo católico fundador da CNBB, desencarnado em 1999.
Carneiro Belo Exemplo: Ex-feirante ajudou a criar mais de 10 bibliotecas em SP

Aos 72 anos, o alagoano Antônio Carneiro dos Santos diz que só frequentou a escola por "um mês" e que tudo que sabe aprendeu "com a vida". Apesar do pouco estudo, hoje ele contribui para a formação de moradores de um violento bairro paulista.
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Divaldo FrancoDivulgação pelos atos

Médium: Divaldo P. Franco / Autora espiritual: Joanna de Ângelis

O verbo flamívomo e arrebatador entretecerá considerações incomparáveis a respeito do Bem. No entanto, será o exemplo silencioso de renúncia e de dedicação que cimentará o trabalho de edificação enobrecedora.

Páginas brilhantes serão escritas a respeito da excelência do evangelho; todavia, a conduta equilibrada do indivíduo comprovará com segurança, abrindo espaço para a fraternidade e o amor. Conceituações claras, carregadas de lógica e de bom senso, serão apresentadas às assembléias atentas; entretanto, o comportamento do expositor representará o peso mais importante para selar a legitimidade dos enunciados.

Debates vigorosos conseguirão demonstrar a pujança da palavra de Jesus e a racionalidade de Allan Kardec; mas, a ação da caridade, e somente ela, confirmará o seu elevado conteúdo. Todos os textos elaborados com inteligência sobre o espiritismo conseguem despertar o interesse dos neófitos; porém, será sempre a lição viva de gentileza e paciência, que lhe demonstrará a irrestrita confiança em Deus, que todos devem manter.

Os curiosos de esclarecimento e as técnicas de ensino aplicadas à divulgação do pensamento espírita têm o poder de orientar e despertar consciências; todavia, a vivência desses postulados pelos que os enunciam demonstrará que são portadores de força moral transformadora.

A humanidade tem conhecido admiráveis oradores e hábeis escritores, sofistas e silogistas bem equipados mentalmente, pensadores eméritos, que vêm apresentando teses revolucionárias e propostas salvacionistas, roteiros de libertação e fórmulas de engrandecimento moral. No entanto, o tempo os tem esboroado, porque os seus autores apenas ensinaram, instruíram, propuseram, mas não se impregnaram deles, a que tanto se referiam, sucumbindo no desespero...

É lamentável que muitos homens e mulheres, aparentemente convencidos da imortalidade do Espírito e da vida futura, ajam e comportem-se de maneira totalmente contrária. Agridem-se, espezinham-se e aos demais, censurando, amaldiçoando, hostilizando-se reciprocamente em atitudes infelizes que desmentem as palavras que direcionam aos outros em nome da Doutrina que dizem esposar.

São ainda características da natureza humana a dubiedade, como também a dicotomia entre a palavra e a ação, o ensinamento e a conduta, o que vem dificultando o progresso de cada qual e da humanidade em geral.

Quem encontra o Mestre e reflexiona nos Seus ensinos não mais age como antes. Jesus é um divisor de águas e de condutas. Ninguém pode permanecer indiferente ao Seu mimetismo, à Sua penetração emocional.

Espiritismo, restaurando-lhe o pensamento e atualizando-o, é poderoso agente transformador, que modifica o ser em profundidade. Vivê-lo sem retoques, trabalhando-se sem cessar, constituem o desafio do momento para todo aquele que travou contato com a sua lição libertadora. Enquanto permaneça a diferença do nível científico-tecnológico com o moral, o adepto do Espiritismo se tornará o exemplo que define a eloqüência da sua convicção, face aos postulados abraçados.

Divulgação pelos atos é a palavra de ordem no báratro dos conceitos estúrdios e das doutrinas confusas que pretendem retratar Jesus e solucionar os problemas humanos, desequipados da lógica e da razão, incapazes de enfrentar o bom senso e a experimentação científica.

Texto psicografado pelo médium Divaldo P. Franco.

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Dr. Roberto Giraldo A epidemia de gripe suína: realidade ou delírio?

Por Dr. Roberto Giraldo*

Pesquisadores dos Centros de Controle das Enfermidades do Governo dos Estados Unidos, da Organização Mundial da Saúde (OMS), da Organização Panamericana da Saúde (OPS), e do Ministério da Saúde do México, através dos meios de comunicação, lançaram um alerta ao mundo sobre uma "perigosíssima" epidemia de "gripe ou influenza suína", isto é, originada nos porcos. Segundo a OMS, esta é uma Emergência de Saúde Pública Mundial segundo o Regulamento Sanitário Internacional de 2005.

Os noticiários não páram de alarmar a população do mundo: a cada minuto apresentam informações dramáticas de mais e mais infectados com o vírus da gripe suína, de novos doentes e como os mortos estão aumentando consideravelmente. Dizem ao público que, desta vez, existe inclusive perigo de uma verdadeira pandemia, devido – segundo as autoridades sanitárias e governamentais – a que se trata de um novo e supercontagioso vírus originado nos porcos mexicanos e que os pesquisadores batizaram como AH1N1.

Hoje em dia, muitos de nós, quando escutamos esse tipo de "terror médico" infringido pelos organismos internacionais e nacionais encarregados da saúde pública, suspeitamos imediatamente de algum tipo de interesse mal intencionado por parte daqueles que manipulam o poder global. Perguntamo-nos: por que este suposto "vírus mortal" ataca principalmente a república mexicana? Será talvez alguma retaliação contra o México e aos mexicanos por não aceitar algum tipo de tratado comercial? Será para quebrar a economia mexicana, a fim de melhorar a crise financeira atual dos países ricos? Será para estimular o comércio mundial favorecendo os interesses da indústria farmacêutica? Será por acaso para desviar a atenção do mundo e iniciar alguma outra guerra como já aconteceu com o Golfo Pérsico, Afeganistão e Iraque? Será uma mistura destas opções? Logo saberemos!

É interessante ver como o Presidente Barak Obama já pediu ao Congresso dos Estados Unidos um bilhão e meio de dólares para "enfrentar" a gripe suína. A OMS passou o alerta de pandemia de 4 a 5 numa escala de 6. A mesma OMS, junto com o Ministério da Saúde dos Estados Unidos, afirmaram que o medicamento Tamiflu ou Acetamivir, fabricado pelos Laboratórios Farmacêuticos Roche, é útil contra o vírus AH1N1 da gripe suína. Por outro lado, Roche informa ter 220 milhões de tratamentos para fazer frente à epidemia e, que está fabricando muitos mais. É interessante lembrar que o Tamiflu é o mesmo medicamento promovido para a gripe aviária de 2006. Vários países como a Austrália e o Brasil, anunciam agora que em poucas semanas estará pronta a vacina para o perigoso vírus dos porcos.

O Banco Mundial, o Fundo Monetário Internacional e o Banco Interamericano de Desenvolvimento, já estão oferecendo empréstimos milionários para atender "a crise", principalmente nos países em desenvolvimento, os quais, segundo informações oficiais, serão os mais atingidos pelo "vírus da gripe suína".

Ansiedade e pânico, desnecessários e tóxicos

A intuição, o bom senso e a história nos indicam que não existe nenhuma epidemia de gripe suína, como também não existiu a famosa gripe dos frangos, nem outras mais. Porém, suponhamos que seja verdade que haja perigo de uma pandemia de gripe originada nos porcos. Ainda que fosse verdadeira esta epidemia, a ênfase que as autoridades da saúde estão dando ao agente infeccioso em si mesmo, neste caso no suposto "vírus da gripe suína" está gerando medo, ansiedade, pânico e terror, com a subseqüente deterioração do sistema imunológico. Será que as autoridades de saúde não conhecem as verdades científicas que ensina a psiconeuroimunologia? Ou, será que conscientemente desejam criar imunossupressão e colocar centenas de milhares de pessoas em risco de adoecer?

O medo, a ansiedade, a depressão e o pânico lesam o sistema imunológico, fato sabido desde os tempos de Galeno. No principio do século passado, Franz Alexander documentou claramente a origem psicossomática de todas as enfermidades do corpo; e o cientista brasileiro Dr. Norberto Keppe, vem explicando em seus mais de 50 livros, com refinados argumentos objetivos, como todas as enfermidades psíquicas, orgânicas e sociais têm origem na psicopatologia das pessoas.

Se realmente houvesse interesse em ajudar a Saúde da População, deveríamos nos lembrar que, para que ocorra qualquer doença infecciosa, incluindo a "gripe suína", são necessárias três condições:

a) A presença do agente infeccioso e suas fontes. No caso da gripe suína, seriam o vírus, os porcos doentes e as pessoas doentes.

b) Uma maneira de transmissão. Na presente situação, corresponderia à inalação ou ingestão de partículas virais a partir dos doentes.

c) E a presença de um hóspede suscetível. A pessoa precisa estar vulnerável para poder contrair uma doença infecciosa. Tem que estar debilitada e imunossuprimida, do contrário, é impossível desenvolver uma doença infecciosa: esta é a lei fundamental da infectologia.

O último requisito mencionado é o mais importante, e é precisamente ele que não está sendo tratado de forma adequada pelas autoridades. Simplesmente explicam-se as medidas para evitar o contágio do suposto "vírus da gripe suína". Só enfatizam os dois primeiros requisitos, dando a idéia equivocada de que todo aquele que se contagia com o vírus vai adoecer. Ignorando, portanto, que a imensa maioria das vezes que nos pomos em contato com agentes infecciosos, estes são neutralizados por nossos mecanismos de defesa, nosso médico interior e nossa farmácia interior. A simples intuição e o sentido comum ensinam que quem é forte não adoece!

As autoridades da saúde e os jornalistas estão usando os termos "exposto", "infectado" e "doente", como se estes tivessem o mesmo significado. Porém, a exposição a um agente infeccioso só indica que a pessoa esteve em contato com ele. Infecção indica que os agentes infecciosos estão crescendo na pessoa exposta e que muito provavelmente as respostas imunológicas vão neutralizá-lo. Mas, por outro lado, os indivíduos com uma doença infecciosa, neste caso com a suposta gripe suína, seriam aqueles debilitados, nos quais o sistema imunológico não conseguiu controlar a infecção, que desenvolveriam os sintomas e sinais clínicos da gripe suína. Em toda epidemia de doenças infecciosas, os que adoecem são a imensa minoria, muito poucos! Inclusive, se fosse correta a existência atual de uma epidemia de gripe suína, como asseguram as autoridades, muitos indivíduos estariam expostos ao suposto vírus dos porcos, mas só alguns, muito poucos, adoeceriam de gripe; e destes, talvez uns tantos, muito debilitados, poderiam morrer.

O acima descrito foi demonstrado claramente no ocorrido durante a epidemia criada criminalmente por oficiais do Governo dos Estados Unidos em outubro de 2001, um mês depois do ataque terrorista às Torres Gêmeas e ao Pentágono. Naquela ocasião, foram colocados intencionalmente esporos do bacilo Antraz ou Carbunco em milhares de envelopes do correio de todos os estados da costa oriental dos Estados Unidos, desde a Flórida até Maine. Milhares de pessoas foram expostas e infectadas, mas só 22 pessoas adoeceram e destas, três morreram. Adoeceram alguns poucos idosos, muito debilitados e morreram os três mais imunossuprimidos. O funcionário estadunidense que confessou este crime se suicidou algum tempo depois - ou talvez teria sido obrigado a fazê-lo?

A ênfase no agente infeccioso (vírus) e no modo de contágio é também utilizada para promover vacinas e medicamentos. Desta forma se favorece a indústria farmacêutica, sem dar importância ao dano potencial que as vacinas e os medicamentos antivirais podem causar ao sistema imunológico e aos demais sistemas corporais. As pessoas aterrorizadas com a idéia da gripe suína estão se medicando com todo tipo de antimicrobianos tóxicos. É importante lembrar que os antibióticos podem destruir o sistema imunológico, tornando a pessoa vulnerável a todo tipo de infecções, inclusive ao mesmo vírus da gripe suína. Por isso, os antibióticos podem ser usados só em casos de extrema necessidade e com a devida supervisão.

Pensar que a origem das enfermidades está nos agentes infecciosos, deixando de lado o interior do ser humano é a pior inversão da medicina moderna, como explica cientificamente a Trilogia Analítica (Ciência, Filosofia, Teologia). Está provado cientificamente que a ansiedade, a depressão, o pânico e outras emoções similares causam imunossupressão severa e que, uma vez deteriorado o sistema imunológico, qualquer germe pode nos fazer mal, inclusive aqueles da nossa flora normal. Uma vez deteriorado o sistema imune, não só ocorrerão infecções, mas também todo tipo de enfermidades inflamatórias e degenerativas de muitos órgãos e sistemas.

As pessoas em bom estado de saúde, equilibradas psíquica, mental e espiritualmente, não podem ser atacadas por micróbio algum e nem pelo vírus da gripe suína. Desta forma, as autoridades sanitárias, em lugar de gerar pânico e terror como estão fazendo agora, deveriam utilizar os meios de comunicação para explicar detalhadamente as diferentes formas de estímulo aos nossos mecanismos de defesa em geral e o sistema imunológico em particular. A felicidade, a alegria e a satisfação pessoal são os melhores estimulantes do sistema imunológico. Assim, ninguém precisa de máscaras cirúrgicas, nem de antibióticos. Todo contágio pode ser neutralizado por sistemas imunológicos saudáveis.

A suposta epidemia de gripe suína não é outra coisa senão uma atuação dos poderosos com intenções macabras sobre as massas indefesas! A verdadeira epidemia atual é a de não aceitarmos a realidade, é uma epidemia de alienação, é uma epidemia de delírio.

*Dr. Roberto Giraldo é médico, especialista em medicina interna, doenças infecciosas, imunológicas e tropicais. Membro da Sociedade Internacional de Trilogia Analítica, Departamento de Medicina Psicossomática Integral, São Paulo, Brasil.

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>> Leia este artigo completo, incluindo as referências bibliográficas, no site do Dr. Roberto Giraldo

Sobre esse assunto, leia também:

>> Ex-relator da ONU acusa OMS de fomentar o medo da gripe suína

>> O medo é mais contagioso do que o vírus

>> Confira os DVDs do seminário realizado pelo Dr. Roberto Giraldo no Projeto Vibração Positiva

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série A Newsletter Essência Vital iniciou, na quinta edição, uma série de matérias para lhe ajudar a se tornar uma pessoa mais sustentável. Foram dez sugestões de hábitos simples que você poderia incorporar ao dia-a-dia para impactar positivamente sua relação com o planeta. Esperamos que tenha sido proveitoso e motivante, afinal, a mudança do mundo começa em nós. Vamos então ao décimo e último passo:

bicicleta 10º hábito: Deixar o carro em casa

Nas grandes cidades brasileiras, os engarrafamentos estão mais freqüentes e cada vez maiores. O recorde na venda de carros e a falta de infra-estrutura adequada contribuíram para o agravamento do problema, que representa um prejuízo de R$ 4 bilhões ao ano para empresas e trabalhadores - recurso suficiente para se construir 40 quilômetros de linhas do metrô. A perda vai muito além do dinheiro: a poluição do ar, a sonora e o estresse causado pelo grande volume de automóveis têm levado as pessoas e as cidades ao adoecimento.

A saída para esse problema é simples: deixar o carro em casa sempre que possível. Para isso, basta fazer uso do transporte público, especialmente dos trens e metrôs nas cidades onde estão disponíveis. Embora a qualidade e a segurança de tais serviços nem sempre sejam as ideais, é importante desenvolver um senso de responsabilidade ambiental que considere essas possibilidades. Outra maneira é organizar rodízios de carona com vizinhos e colegas de trabalho, já que o aumento assustador de pessoas que se deslocam de carro individualmente é um dos fatores que contribuem para o iminente colapso do trânsito. Mas, sem dúvida, a mais prática e barata alternativa é recorrer à boa e velha bicicleta.

É cada vez maior o número de cidades que estimulam o uso de bicicletas como meio de transporte. Paris, Amsterdã, Londres, Oslo, Berlim, Barcelona, Bogotá e Pequim seguiram esse caminho. Em muitas cidades brasileiras, isso já acontece e cada vez mais pessoas optam pelas bicicletas para irem ao trabalho. Embora a malha de ciclovias ainda seja pequena, as bicicletas têm sido consideradas mais eficientes que os automóveis e os transportes públicos. Confira algumas razões para ir pedalando para o trabalho, baseadas no guia publicado pela Associação Transporte Ativo e o Mountain Bike BH, que você pode acessar no final desta matéria:

1. Tempo: um ciclista comum transita a 16 km/h. Pedalar um trecho de seis quilômetros em áreas urbanas leva menos tempo que dirigir a mesma distância. Além disso, o uso da bicicleta evita perder tempo à procura de vaga para estacionar.

2. Economia: após o investimento inicial na compra da bicicleta e dos equipamentos (tranca, luvas, capacete), pedalar passa a ser o modo mais barato de transporte na cidade. Além da economia de combustível, a manutenção de rotina custa muito menos que os gastos com um automóvel. E você mesmo pode aprender a dar conta de boa parte desta manutenção.

3. Boa forma e saúde: pedalar é um ótimo exercício cardiovascular, além de proporcionar benefícios para a circulação e o tônus muscular de suas pernas. Incluir exercícios em sua rotina diária o colocará em forma de modo mais fácil e prazeroso.

4. Bem-estar mental: pedalar é diversão! Andando de bicicleta, seu sangue é melhor bombeado para o cérebro. Ao chegar ao trabalho, uma sensação de paz e tranqüilidade invade sua mente. É a endorfina atuando muito mais enquanto você se exercita.

5. O argumento ecológico: bicicletas não utilizam combustíveis fósseis, não aumentam o efeito estufa, não emitem poluentes como o monóxido de carbono, não contribuem para os altos índices de problemas respiratórios e não poluem as águas. O combustível? É aquilo que você come no café da manhã. Com a matéria-prima necessária para fabricar apenas um carro, podem ser produzidas várias bicicletas.

É claro que pedalar na cidade exige cuidado. Existem bicicletas projetadas especialmente para quem circula em áreas urbanas. O uso de equipamentos próprios como buzina, retrovisor e refletores de luz, além do respeito às normas do trânsito e o uso de roupas claras são importantes para uma viagem segura.

Mas o melhor de incorporar mais esta mudança de hábito em sua vida é conhecer pessoas que estão no mesmo caminho. Na internet há diversos sites, blogs e movimentos de ciclistas que se organizam nesse ativismo coletivo. Não vai ser difícil encontrar um "padrinho" que se disponha a orientá-lo com as dicas e macetes para fazer da bicicleta o seu principal meio de transporte!

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>> Conheça o movimento Bicicletada

>> Conheça o trabalho da Associação Transporte Ativo

>> Faça o download do guia "De Bicicleta para o Trabalho"

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Coluna Informando
Vandana Shiva Vandana Shiva: "A natureza nos salvará"

Na Grã-Bretanha, durante a redação dos Enclosure Acts, Tomás Morus escreveu: "As ovelhas comem os homens". A terra até então cultivada para o exclusivo sustento alimentar desaparecia pouco a pouco em favor de cultivos para produzir lã e matéria-prima destinada aos proprietários de terra e às fábricas.

"Hoje são as máquinas que comem os homens", conta Vandana Shiva. "A terra está destinada à construção de rodovias, estacionamentos ou outras infra-estruturas. A extração do ferro e da bauxita está destruindo os ecossistemas, e as perfurações para extrair petróleo devoram a terra". Em seu último livro, a famosa cientista indiana lança um doloroso apelo resumido já no título: "Ritorno alla Terra" [Retorno à terra, em tradução livre] (Editora Fazi). A reportagem é de Anais Ginori, publicada no jornal La Repubblica, 12-05-2009. A tradução é de Moisés Sbardelotto. Leia a seguir.

Com uma visão radical, Shiva prega uma drástica redução dos combustíveis fósseis, privilegiando energias renováveis ou até animais, o fim das monoculturas e dos transgênicos para se voltar a uma agricultura biodiversificada, não-intensiva e sem fertilizantes químicos. A famosa cientista indiana, que participa junto com Ralph Nader e Jeremy Rifkin do International Forum on Globalization, gostaria que cada comunidade local voltasse a ter sua auto-suficiência alimentar, chegando quase a abolir o "food-miles", a viagem realizada pelos alimentos até o prato dos consumidores, que torna os agricultores dependentes das exportações e contribui para o aumento do gás carbônico.

"Há muitos especialistas que ainda me criticam, defendem que as minhas teorias são irreais e nos reportariam para a época pré-industrial", admite Shiva. "Porém, a emergência alimentar é tal que finalmente se deverá levar em consideração também as soluções mais criativas". O preço do trigo aumentou em 130% nos últimos dois anos; o do arroz duplicou. Em 2008, pela primeira vez há muito tempo, houve 33 revoltas populares no mundo por causa do aumento dos preços da produção de alimentos, e potências como a China iniciaram a compra de terrenos nos países do Terceiro Mundo para garantir o alimento às gerações futuras.

Apesar disso, Vandana Shiva é otimista. O fato de que haja agora uma horta biológica e um presidente que se professa "green" na Casa Blanca a tranqüiliza. "Mas é preciso estar atento às pseudo-soluções, que são apenas paliativas". Contrária, por exemplo, aos biocombustíveis, "que roubam terras dos agricultores e não resolvem a crise climática", essa física indiana de 57 anos defende que é preciso "se libertar do ouro negro" e favorecer uma "transição do petróleo para a terra".

"O aumento de catástrofes naturais ou o risco de epidemias como a gripe suína - continua - demonstram que o homem não pode negligenciar, como fez por dois séculos, a relação com a Mãe Natureza. Esquecemo-nos de ser cidadãos da Terra, e a crise climática é uma conseqüência do nosso distanciamento de um estilo de vida ecológico, justo e sustentável".

Dura, peremptória, Vandana Shiva entrou muitas vezes em conflito com a comunidade científica e o governo indiano, como quando rejeitou a famosa "Revolução Verde" iniciada em 1966. Há 20 anos, teve uma outra idéia: conservar sementes de muitas plantas que corriam o risco de desaparecer "para criar um futuro diferente daquele previsto pela indústria biotecnológica". Ao longo da sua evolução, explica, a humanidade se nutriu de cerca de 80 mil plantas comestíveis. Mais de três mil foram consumidas de uma maneira constante, mas agora dependemos só de oito cultivos (sobretudo de milho, soja, arroz e trigo) para produzir 75% dos alimentos mundiais.

A fazenda guiada por Shiva (na Índia, na fronteira com o Nepal e o Tibete) se tornou um modelo de biodiversidade e de sustentabilidade econômica, mesmo que muitos especialistas duvidem que seja possível aplicá-la em grandes números. "Na nossa cooperativa agrícola - relata Shiva -, as culturas não têm doenças, a terra é resistente à seca, e o alimento produzido é delicioso. Os bois aram a terra e a fertilizam. Abolindo os combustíveis fósseis da nossa fazenda, descobrimos a verdadeira energia: a da micorriza [associação simbiótica de fungos e raízes de plantas] e das minhocas, das plantas e dos animais, todos alimentados pela energia do sol".

Na fazenda, há pelo menos novas culturas. Navdanya significa, de fato, "novas sementes", mas também "o novo dom". Não importa quantas canções vocês têm no seu iPod, quantos automóveis há na garagem de vocês ou quantos livros há em suas prateleiras - conclui Vandana Shiva. O que resta da vida sem um terreno fértil?". Talvez hoje, finalmente, alguém se disponha a ouvir essa pergunta.

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Fonte: Mercado Ético

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aquecedor solar Aquecedor solar mais barato traz economia

Por Marcelo Araújo

Um aquecedor solar até 85% mais barato que os vendidos no mercado, que permite a substituição dos chuveiros elétricos, responsáveis por cerca de 75% dos gastos residenciais com energia elétrica. Quem aponta os custos e as vantagens é o engenheiro eletrônico Augustin Woelz, coordenador da ONG Sociedade do Sol e um dos criadores do Aquecedor Solar de Baixo Custo ou Aquecedor Popular. A iniciativa tem apoio da Rede de Tecnologia Social (RTS), que tem como um de seus mantenedores o Sebrae. Augustin lembra que o projeto surgiu em 1992, na época da conferência Eco 92. "Tínhamos uma empresa que fabricava aquecedores solares e o Sebrae nos propôs que construíssemos um equipamento desse tipo, com baixo custo", conta.

Dez anos se passaram até que o projeto do aquecedor popular se tornasse realidade. Em 2002, Woelz lançou o equipamento, com o lema de "Um aquecedor solar em cada lar". O aparelho é construído com tubos de PVC, material mais barato, segundo Augustin. Para que a idéia de que todos possam ter um aquecedor solar em casa vire realidade, Woelz disponibilizou um manual para construção do aparato no site da Sociedade do Sol.

O criador do equipamento garante que qualquer um consegue construir o aquecedor. Caso isso não aconteça, a Sociedade do Sol dispõe de 20 monitores em São Paulo e outros 50 espalhados pelo Brasil, que podem ir até as residências ajudar na instalação. Os custos dessa instalação variam de R$ 250 a R$ 400.

Francisco Woelz afirma que além da economia que as pessoas terão com o Aquecedor Solar de Baixo Custo, o equipamento constitui um grande aliado para o meio ambiente. "Se todas as residências usassem um aquecedor solar, de qualquer tipo, haveria uma redução na demanda de energia e as termelétricas poderiam ser desligadas, evitando-se danos à ecologia", estima.

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>> Aprenda a fazer o aquecedor solar de baixo custo

Fonte: Revista Envolverde

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agrotóxicos e Parkinson Nova pesquisa associa agrotóxicos ao aumento do risco de doença de Parkinson

Por Henrique Cortez

Uma nova pesquisa [Dopamine transporter genetic variants and pesticides in Parkinson's disease] publicada na Environmental Health Perspectives] demonstra que a exposição a dois agrotóxicos comumente utilizados nos EUA, maneb e paraquat, pode aumentar o risco de desenvolvimento da doença de Parkinson, principalmente em pessoas que possuem predisposição genética. De acordo com os pesquisadores, a doença de Parkinson pode se desenvolver nas pessoas que, em seus cérebros, tenham níveis de dopamina inferiores ao normal. No entanto, sem a exposição aos agrotóxicos maneb e paraquat, isto não seria suficiente para aumentar o risco. A ação combinada da exposição aos agrotóxicos e a predisposição genética, por outro lado, podem aumentar em até cinco vezes o risco.

Os resultados confirmam as conclusões de uma outra recente pesquisa, Parkinson's Disease and Residential Exposure to Maneb and Paraquat From Agricultural Applications in the Central Valley of California, que também indicou a exposição aos agrotóxicos maneb e paraquat como fator de risco de desenvolvimento da doença de Parkinson. Cientistas da Universidade da Califórnia realizaram o trabalho com moradores da região de Central Valley, a mais importante área agrícola do Estado, caracterizada pela fertilidade do solo e pela intensa utilização de agrotóxicos. Os resultados indicaram que a exposição continuada, ao longo de anos, aos fungicidas aumenta o risco de desenvolver a doença de Parkinson em 75%.

Outros estudos já haviam indicado que as populações de regiões agrícolas do sudoeste dos EUA apresentam significativa incidência de predisposição genética à doença. A intensiva utilização dos agrotóxicos também aumenta a possibilidade de exposição e contaminação. Exatamente por isto, a associação entre estes dois fatores pode ter importantes implicações sobre a saúde destas populações.

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Sobre esse assunto, leia também:

>> Estudo conclui que pesticidas podem afetar a fertilidade feminina

>> Estudo avalia efeitos dos agrotóxicos na saúde e no meio ambiente

>> Orgânicos: muito mais do que um modismo

Fonte: Portal Ecodebate

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Dom Hélder Câmara Dom Hélder Câmara se manifesta em livro mediúnico

É do conhecimento geral, principalmente dos católicos brasileiros: Dom Hélder Câmara foi um dos fundadores da CNBB - Conferência Nacional dos Bispos do Brasil e grande defensor dos direitos humanos durante o regime militar brasileiro, cuja luta, nesse processo político da nossa história, o notabilizou no mundo todo, como uma das figuras mais expressivas do século XX, na defesa dos fracos contra a tirania dos fortes e dos pobres contra a usura dos ricos. Pregava uma igreja simples voltada para os pobres e a não-violência. Por sua atuação, recebeu diversos prêmios nacionais e internacionais. Foi indicado quatro vezes para o prêmio Nobel da Paz.

Em 1969, ganhou o título de Doutor Honoris Causa pela Universidade de Saint Louis, Estados Unidos. Este mesmo título foi-lhe conferido por diversas universidades brasileiras e estrangeiras: Bélgica, Suíça, Alemanha, Holanda, Itália, Canadá e Estados Unidos. Foi intitulado cidadão honorário de 28 cidades brasileiras e da cidade de São Nicolau, na Suíça e Rocamadour, na França. Recebeu o prêmio Martin Luther King, nos EUA e o prêmio Popular da Paz, na Noruega e diversos outros prêmios internacionais.

Por tudo isso, o livro psicografado pelo médium Carlos Pereira, da Sociedade Espírita Ermance Dufaux, de Belo Horizonte, causou muita surpresa no meio espírita e grande polêmica entre os católicos. O que causou mais espanto entre todos foi a participação de Marcelo Barros, monge beneditino e teólogo, que durante nove anos foi secretário de Dom Hélder Câmara, para a relação ecumênica com as igrejas cristãs e as outras religiões. Marcelo Barros secretariou Dom Hélder Câmara no período de 1966 a 1975 e tem 30 livros publicados.

Ao prefaciar o livro Novas Utopias, do Espírito Dom Hélder, reconhecendo a autenticidade do comunicante pela originalidade de suas idéias e, também, pela linguagem, é como se a Igreja Católica viesse a público reconhecer o erro no qual incorreu muitas vezes, ao negar a veracidade do fenômeno da comunicação entre vivos e mortos, e desse ao livro de Carlos Pereira toda a fé necessária como o Imprimatur do Vaticano. É importante destacar, ainda, que os direitos autorais do livro foram divididos em partes iguais, na doação feita pelo médium, à Sociedade Espírita Ermance Dufaux e ao Instituto Dom Hélder Câmara, de Recife, o que, aliás, foi aceito pela instituição católica, sem nenhum constrangimento.

No prefácio do livro aparece também o aval do filósofo e teólogo Inácio Strieder e a opinião favorável da historiadora e pesquisadora Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica. Conforme eles mesmos disseram, essa obra talvez não seja uma produção direcionada aos espíritas, mas, para uma grandiosa parcela da população dentro da militância católica, que é chamada a conhecer a verdade espiritual, porque "os tempos são chegados"; estes ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os filhos de Deus.

Na entrevista com Dom Hélder Câmara, realizada pelos editores, o Espírito comunicante respondeu as seguintes perguntas sobre a vida espiritual:

Dom Hélder, mesmo na vida espiritual, o senhor se sente um padre?

Não poderia deixar de me sentir padre, porque minha alma, mesmo antes de voltar, já se sentia padre. Ao deixar a existência no corpo físico, continuo como padre porque penso e ajo como padre. Minha convicção à Igreja Católica permanece a mesma, ampliada, é claro, com os ensinamentos que aqui recebo, mas continuo firme junto aos meus irmãos de Clero a contribuir, naquilo que me seja possível, para o bem da humanidade.

Do outro lado da vida, o senhor tem alguma facilidade a mais para realizar seu trabalho e exprimir seu pensamento ou ainda encontra muitas barreiras com o preconceito religioso?

Encontramos muitas barreiras. As pessoas que estão do lado de cá reproduzem o que existe na Terra. Os mesmos agrupamentos que se formam aqui se reproduzem na Terra. Nós temos as mesmas dificuldades de relacionamento, porque os pensamentos continuam firmados, cristalizados em determinados pontos que não levam a nada. Mas, a grande diferença é que por estarmos com a vestimenta do espírito, tendo uma consciência mais ampliada das coisas podemos dirigir os nossos pensamentos de outra maneira e assim influenciar aqueles que estão na Terra e que vibram na mesma sintonia.

Como o senhor está auxiliando nossa sociedade na condição de desencarnado?

Do mesmo jeito. Nós temos as mesmas preocupações com aqueles que passam fome, que estão nos hospitais, que são injustiçados pelo sistema que subtrai liberdades, enriquece a poucos e colocam na pobreza e na miséria muitos; todos aqueles desvalidos pela sorte. Nós juntamos a todos que pensam semelhantemente a nós, em tarefas enobrecedoras, tentando colaborar para o melhoramento da humanidade.

Como é sua rotina de trabalho?

A minha rotina de trabalho é, mais ou menos, a mesma. Levanto-me, porque aqui também se descansa um pouco, e vamos desenvolver atividades para as quais nos colocamos à disposição. Há grupos que trabalham e que são organizados para o meio católico, para aqueles que precisam de alguma colaboração. Dividimo-nos em grupos e me enquadro em algumas atividades que faço com muito prazer.

Qual foi a sua maior tristeza depois de desencarnado? E qual foi a sua maior alegria?

Eu já tinha a convicção de que estaria no seio do Senhor e que não deixaria de existir. Poder reencontrar os amigos, os parentes, aqueles aos quais devotamos o máximo de nosso apreço e consideração e continuar a trabalhar é uma grande alegria. A alegria do trabalho para o Nosso Senhor Jesus Cristo.

O senhor, depois de desencarnado, tem estado com freqüência nos centros espíritas?

Não. Os lugares mais comuns que visito no plano físico são os hospitais; as casas de saúde; são lugares onde o sofrimento humano se faz presente. Naturalmente vou à igreja, a conventos, a seminários, reencontro com amigos, principalmente em sonhos, mas minha permanência mais freqüente não é na casa espírita.

O senhor já era reencarnacionista antes de morrer?

Nunca fui reencarnacionista, diga-se de passagem. Não tenho sobre este ponto um trabalho mais desenvolvido porque esse é um assunto delicado, tanto é que o pontuei bem pouco no livro. O que posso dizer é que Deus age conforme a sua sabedoria sobre as nossas vidas e que o nosso grande objetivo é buscarmos a felicidade mediante a prática do amor. Se for preciso voltar a ter novas experiências, isso será um processo natural.

Qual é o seu objetivo em escrever mediunicamente?

Mudar, ou pelo menos contribuir para mudar a visão que as pessoas têm da vida, para que elas percebam que continuamos a existir e que essa nova visão possa mudar profundamente a nossa maneira de viver.

Qual foi a sensação com a experiência da escrita mediúnica?

Minha tentativa de adaptação a essa nova forma de escrever foi muito interessante, porque, de início, não sabia exatamente como me adaptar ao médium para poder escrever. É necessário que haja uma aproximação muito grande entre o pensamento que nós temos com o pensamento do médium. É esse o grande problema de todos nós porque o médium precisa expressar aquilo que estamos intuindo a ele. No início foi difícil, mas aos poucos começamos a criar uma mesma forma de expressão e de pensamento, aí as coisas melhoraram. Outros (médiuns) pelos quais tento me comunicar enfrentam problemas semelhantes.

Imaginamos que haja outros padres que também queiram escrever mediunicamente, relatar suas impressões da vida espiritual. Por que Dom Hélder é quem está escrevendo?

Porque eu pedi. Via-me com a necessidade de expressar aos meus irmãos da Terra que a vida continua e que não paramos simplesmente quando nos colocam dentro de um caixão e nos dizem "acabou-se". Eu já pensava que continuaria a existir, sabia que haveria algo depois da vida física. Falei isso muitas vezes. Então, senti a necessidade de me expressar por um médium, quando estivesse em condições e me fossem dadas as possibilidades. É isto que eu estou fazendo.

Outros padres, então, querem escrever mediunicamente em nosso país?

Sim. E não são poucos. São muitos aqueles que querem usar a pena mediúnica para poder expressar a sobrevivência após a vida física. Não o fazem por puro preconceito de serem ridicularizados, de não serem aceitos, e resguardam as suas sensibilidades espirituais para não serem colocados numa situação de desconforto. Muitos padres, cardeais até, sentem a proteção espiritual nas suas reflexões, nas suas prédicas, que acreditam ser o Espírito Santo, que na verdade são os irmãos que têm com eles algum tipo de apreço e colaboram nas suas atividades.

O senhor acredita que a Igreja Católica irá aceitar suas palavras pela mediunidade?

Não tenho esta pretensão. Sabemos que tudo vai evoluir e que um dia, inevitavelmente, todos aceitarão a imortalidade com naturalidade, mas é demais imaginar que um livro possa revolucionar o pensamento da nossa Igreja. Acho que teremos críticas, veementes até, mas outros mais sensíveis admitirão as comunicações. Este é o nosso propósito.

É verdade que o senhor já tinha alguns pensamentos espíritas quando na vida física?

Eu não diria espírita; diria espiritualista, pois a nossa Igreja, por si só, já prega a sobrevivência após a morte. Logo, fazermos contato com o plano físico depois da morte seria uma conseqüência natural. Pensamentos espíritas não eram, porque não sou espírita. Sem nenhum tipo de constrangimento em ter negado alguns pensamentos espíritas, digo que cheguei a ter, de vez em quando, experiências íntimas espirituais.

Há as mesmas hierarquias da Igreja no mundo espiritual?

Não exatamente, mas nós reconhecemos os nossos irmãos que tiveram responsabilidades maiores e que notoriamente têm um grau evolutivo moral muito grande. Seres do lado de cá se reconhecem rapidamente pela sua hombridade, pela sua lucidez, pela sua moralidade. Não quero dizer que na Terra isto não ocorra, mas do lado de cá da vida isto é tudo mais transparente; nós captamos a realidade com mais intensidade. Autoridade aqui não se faz somente com um cargo transitório que se teve na vida terrena, mas, sobretudo, pelo avanço moral.

Qual seu pensamento sobre o papado na atualidade?

Muito controverso esse assunto. Estar na cadeira de Pedro, representando o pensamento maior de Nosso Senhor Jesus Cristo, é uma responsabilidade enorme para qualquer ser humano. Então fica muito fácil, para nós que estamos de fora, atribuirmos para quem está ali sentado, algum tipo de consideração. Não é fácil. Quem está ali tem inúmeras responsabilidades, não apenas materiais, mas descobri que as espirituais ainda em maior grau. Eu posso ter uma visão ideológica de como poderia ser a organização da Igreja; defendi isso durante minha vida. Mas tenho que admitir, embora acredite nesta visão ideal da Santa Igreja, que as transformações pelas quais devemos passar merecem cuidado, porque não podemos dar sobressaltos na evolução. Queira Deus que o atual Papa Ratzinger (Bento XVI) possa ter a lucidez necessária para poder conduzir a Igreja ao destino que ela merece.

O senhor teria alguma sugestão a fazer para que a Igreja cumpra seu papel?

Não preciso dizer mais nada. O que disse em vida física, reforço. Quero apenas dizer que quando estamos do lado de cá da vida, possuímos uma visão mais ampliada das coisas. Determinados posicionamentos que tomamos podem não estar em seu melhor momento de implantação, principalmente por uma conjuntura de fatores que daqui percebemos. Isto não quer dizer que não devamos ter como referência os nossos principais ideais e, sempre que possível, colocá-los em prática.

Espíritas no futuro?

Não tenho a menor dúvida. Não pertencem estes ensinamentos à nossa Igreja, ou de outros que professam estes ensinamentos espirituais. Portanto, mais cedo ou mais tarde, a nossa Igreja terá que admitir a existência espiritual, a vida depois da morte, a comunicação entre os dois mundos e todos os outros princípios que naturalmente decorrem da vida espiritual.

Que mensagem o senhor deixaria para os religiosos de uma maneira geral?

Que amem, amem muito, porque somente através do amor vai ser possível trazer um pouco mais de tranqüilidade à alma. Se nós não tentarmos amar do fundo dos nossos corações, tudo se transformará numa angústia profunda. O amor, conforme nos ensinou o Nosso Senhor Jesus Cristo, é a grande mola salvadora da humanidade.

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Fonte: Editora Dufaux


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Sr. Carneiro BELO EXEMPLO

Ex-feirante ajudou a criar mais de 10 bibliotecas em SP


Por Silvia Ribeiro

Aos 72 anos, o alagoano Antônio Carneiro dos Santos ou Seu Carneiro, como é conhecido no Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo, diz que só frequentou a escola por "um mês" e que tudo que sabe aprendeu "com a vida". Apesar do pouco estudo, hoje ele contribui para a formação de moradores desse violento bairro da capital paulista.

No dia 23/4, quando se comemorou o Dia Mundial do Livro - data instituída pela Unesco -, o ex-feirante falou ao G1 da experiência da ONG Reviver Capão, onde mantém atualmente uma biblioteca comunitária com cerca de 20 mil títulos.

Desde a criação do primeiro espaço de leitura, há seis anos, ele não parou mais. Seu Carneiro conta ter ajudado a criar outros 12, espalhados pela Zona Sul e Grande São Paulo. Entre elas, está uma biblioteca em uma base da Polícia Militar no Jardim Ranieri, na Zona Sul. Ele diz ter dado o pontapé inicial para a formação das bibliotecas, com a doação dos livros. Ao todo, já doou mais de 60 mil títulos.

Na biblioteca do Seu Carneiro, na ONG do Capão Redondo, parte dos livros fica distribuída em gôndolas, uma "influência" dos tempos de comerciante. As obras e revistas foram doadas à associação por moradores da região e não param de chegar. "Está difícil encontrar espaço."

E o esforço rendeu frutos. Segundo ele, escolas da região recomendam sua biblioteca como fonte de pesquisa aos alunos, e trabalhadores mudaram seus hábitos para usar o espaço de leitura. "Não tenho dúvida de que a biblioteca estimula a leitura. Tem uma moça que trabalha como faxineira em uma fábrica aqui perto que criou o hábito de todos os dias passar aqui. O pessoal de uma loja grande vem ler na hora do almoço", exemplifica ele, que paga do próprio bolso os R$ 3 mil de aluguel do imóvel e não aceita doações em dinheiro, apenas trabalho voluntário.

Foi o descaso do poder público em relação ao Capão Redondo que o levou ao trabalho comunitário. "Pela brutalidade que nós vemos do pessoal político... Eles não olham para o pessoal mais pobre. Aqui não tinha nem campo de futebol." A ONG, que também oferece à população 39 cursos profissionalizantes a um preço simbólico (R$ 15, para pagar o professor), conta hoje com 2,6 mil alunos.

O exemplo do "bibliotecário" do Capão Redondo já foi notícia em jornais como o New York Times, conta com orgulho o alagoano que há 40 anos trabalha na região. Neste ano, ele foi convidado para dar palestras nos Estados Unidos e na América Latina. "É um sonho totalmente realizado. Eu gosto de ficar aqui. É um trabalho de formiga e que tem que ter muita coragem, com a idade que eu tenho."

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Fonte: G1


Agenda
Exposição

28 Milímetros 28 milímetros – Mulheres/JR

Desde 24 de abril e até 21 de junho de 2009, o Morro da Providência e a Casa França-Brasil estão mais próximos. Conhecido por suas instalações de cunho humanitário e dimensões gigantescas exibidas a céu aberto pelo mundo, o renomado artista francês JR reabre o centro cultural com a exposição 28 milímetros-Mulheres/JR, parte da série Women, iniciada na África, em 2008, em regiões devastadas por conflitos e guerras.

Em agosto de 2008, durante quinze dias, o artista filmou e fotografou mulheres do Morro da Providência. Em seguida, colou suas imagens nas fachadas das casas do morro, brincando com vãos, portas e janelas. O resultado foi uma imensa instalação a céu aberto, formada por dezenas de fotos gigantes misturadas à paisagem da favela. Essa experiência deu origem à etapa brasileira do projeto 28 milímetros-Mulheres/JR, que contará a história dessas "personagens reais" por meio de relatos e imagens. Suas fotografias ampliadas ocuparão as dependências da Casa e também a fachada de outros prédios e espaços públicos do Centro, transformando o espaço urbano na extensão de uma galeria de arte. Um painel gigante foi construído no salão principal da Casa. Nas aberturas do painel, foram colocados televisores e o visitante poderá ver e escutar cada uma dessas mulheres.

Data: até 21 de junho de 2009
Horário: das 10h às 20h, de terça a domingo
Local: Casa França Brasil - Rua Visconde de Itaboraí, 78 – Centro – Rio de Janeiro, RJ


Informações: (21) 2253-5366 | fcfb@cultura.rj.gov.br

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Palestra

Microfisioterapia Microfisioterapia: o diálogo com o corpo

A Associação Cultural Nova Acrópole promove, no dia 18 de maio, uma palestra sobre Microfisioterapia. Trata-se de um conceito inovador, recentemente chegado ao Brasil, criado pelos fisioterapeutas franceses Daniel Grosjean e Patrice Bénini, que integra conhecimentos de Homeopatia, Embriologia, Física Quântica, entre outros, possibilitando ao fisioterapeuta identificar e tratar, através de palpações manuais suaves, os traumas físicos e emocionais que ficam gravados no corpo e que repercutem de diversas maneiras, inclusive na forma de doenças.

O palestrante, Dr. Paulo Akiyama, falará sobre a técnica, que pode ser aplicada também como um tratamento complementar à Medicina em quaisquer patologias, facilitando e potencializando o processo de cura. Trata-se de uma nova forma de ver e tratar o ser humano. A entrada é gratuita.

Data: 18 de maio
Horário: 19h30
Local: Filial Tijuca - Rua Carmela Dutra 101, Tijuca - Rio de Janeiro, RJ


Informações: (21) 2569-3628 | rio@nova-acropole.org.br

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Evento

Viva a Mata 2009 Viva a Mata 2009

A Fundação SOS Mata Atlântica realiza a quinta edição do Viva a Mata - mostra de iniciativas e projetos em prol da Mata Atlântica, aberto ao público em geral na Marquise e Arena de Eventos do Parque Ibirapuera, em São Paulo, entre os dias 22 e 24 de maio, das 9h às 18h.

O evento tem como principais objetivos comemorar o Dia Nacional da Mata Atlântica (27 de maio), informar e conscientizar a sociedade. Para tanto, uma intensa programação gratuita é oferecida, com estandes temáticos, auditório para palestras e debates, oficinas interativas, distribuição de mudas de espécies nativas, peças de teatro, mobilizações etc.

Data: 22 a 24 de maio
Horário: 9h às 18h
Local: Parque do Ibirapuera – São Paulo (SP)


Informações: (11) 3055-7888 | comunicacao@sosma.org.br | www.sosma.org.br


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Palestra

Vibração Positiva Harmonia dos corpos de luz

Excepcionalmente este mês, o próximo encontro do Projeto Vibração Positiva não será no último domingo, mas sim no dia 24 de maio, com a presença de Tereza Simoni e Francisco Duarte, que falarão sobre o tema "Harmonia dos corpos de luz".

Francisco Duarte é terapeuta holístico, psicoterapeuta, parapsicólogo clínico e mestre em Reiki. Tereza Simoni é psicóloga hospitalar e clínica, parapsicóloga e terapeuta Holística.

Neste mês, retomaremos a distribuição gratuita de alimentos orgânicos à base de soja, doados pela empresa Ecobras, com a qual temos convênio. As palestras do Projeto Vibração Positiva acontecem na Comunidade Espiritual Unindo Corações (CEUC). O local é amplo, confortável e com capacidade para até 150 pessoas. Localizado no bairro do Humaitá, próximo ao Corpo de Bombeiros, o acesso à CEUC é fácil, graças às diversas linhas de ônibus que atendem a região: 157, 158, 170, 172, 173, 176, 179, 409, 410, 438, 504, 511, 521, 522, 524, 571, 573, 583 e 592.

Data: 24 de maio, domingo
Horário: 17h
Local: Comunidade Espiritual Unindo Corações (CEUC) - Rua Maria Eugênia, 303 - Humaitá, Rio de Janeiro, RJ

Informações: (21) 3238-5190 | 9899-9347 | vibracaopositiva@essenciavital.org.br

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Agenda
Suco de Uva Orgânico

Suco de uva orgânico Produzido pela família Chilanti, na Serra Gaúcha, adepta da agroecologia, este suco de uva orgânico é indicado por seu alto valor medicinal, rico em substâncias imunonutritivas, uma verdadeira panacéia de efeitos terapêuticos junto ao organismo e psiquismo humano. As uvas orgânicas possuem uma quantidade enorme de flavanóides, poderosos antioxidantes.

O suco de uva orgânico, geralmente caro e de difícil acesso, está agora ao seu alcance por um valor menor do que o praticado pelo mercado, graças a um convênio estabelecido entre a ONG Essência Vital e a família Chilanti.

Confira a tabela de preços:

1 litro: R$ 8,00 para soropositivos sócios da Essência Vital.
Caixa com 12 litros: R$ 96,00

1 litro: R$ 8,50 para sócios que não são soropositivos.
Caixa com 12 litros: R$ 102,00

1 litro: R$ 9,00 para soropositivos que não são sócios.
Caixa com 12 litros: R$ 108,00

1 litro: R$ 10,00 para pessoas não soropositivas, nem sócias.
Caixa com 12 litros: R$ 120,00
Para encomendar o suco de uva orgânico, ligue para (21) 3238-5190 ou 9899-9347.


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DVDs do Projeto Vibração Positiva

Dr. Roberto Giraldo Todos os encontros do Projeto Vibração Positiva são gravados em DVD. São dezenas de palestras sobre alimentação, saúde, terapias naturais e qualidade de vida, para que as valiosas informações compartilhadas pelos profissionais de saúde convidados possam chegar ao maior número possível de pessoas.

Confira a resenha desta edição:


Seminário "Uma outra visão da Aids"
Dr. Roberto Giraldo


No seminário realizado pelo Dr. Roberto Giraldo no Projeto Vibração Positiva em 2006, o médico infectologista apresentou quatro palestras, registradas em DVDs, que contestam a visão oficial da Aids e apresentam alternativas de tratamento. São elas: "AIDS e Agentes Estressores", "O Mito da Transmissão da AIDS", "Alternativas Não Tóxicas, Efetivas e Econômicas para o Tratamento e Prevenção da AIDS" e "O Papel da Mente na Cura e na Morte por AIDS". O grupo "Dissidentes da Aids", do qual Giraldo faz parte, formado por mais de três mil investigadores, incluindo prêmios Nobel, questiona os mitos existentes acerca da Aids: o de que é uma doença infecciosa, transmissível, incurável, causada por um retrovirus.

Segundo eles, o HIV não é necessário nem suficiente para causar a Aids, e nem sempre antecede seu desenvolvimento. A Aids seria causada pela exposição a fatores chamados agentes estressores de natureza química, física, biológica, mental e nutricional, responsáveis pela imunossupressão do organismo. Nesse seminário, Giraldo explica quais são esses fatores, seus efeitos sobre o organismo e apresenta uma série de evidências científicas que comprovam a correlação desses agentes com a Aids.

Valor: R$ 15,00 cada

Para adquirir os DVDs, ligue:
(21) 3238-5190 | (21) 3278-4020 | (21) 9899-9347
Ou escreva para vibracaopositiva@essenciavital.org.br


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Indicação de Leitura

Novas Utopias Novas Utopias – reflexões de um padre depois da morte
Dom Hélder Câmara (espírito) e Carlos Pereira (médium)
Editora Dufaux


Dom Hélder Câmara, arcebispo de Olinda e Recife, retorna através do médium Carlos Pereira para continuar sua missão. Novas Utopias é um livro instigante porque traz ao debate a temática da imortalidade do ser, da dimensão transcendental e da relação intermundos, a espiritual e a física, independente da crença religiosa.

Prefaciado pelo filósofo e teólogo Inácio Strieder e com a opinião favorável da historiadora e pesquisadora Jordana Gonçalves Leão, ambos ligados à Igreja Católica, a obra não é direcionada estritamente aos espíritas, já acostumado com o fenômeno da comunicação entre o mundo físico e espiritual. Seus ensinamentos pertencem à natureza e, conseqüentemente, a todos os filhos de Deus.


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