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Edição 13 - 1 de Maio de 2009 - Publicação Quinzenal |
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Dia Internacional da Mãe Terra
Tal como está, a Terra não pode continuar. É urgente que mudemos nossas mentes e corações, nosso modo de produção e padrão de consumo, caso queiramos ter um futuro de esperança.
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Bioenergética, desbloqueios e saúde
Todos nascemos com um quantum de energia vital que, durante os processos pelos quais passamos na vida, vai sendo bloqueado. Para reverter o processo, conte com a ajuda da Bioenergética.
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Mesmo que você passe o dia todo sem sequer abrir a carteira, terá consumido muita coisa. Então, opte por um estilo de vida simples, no qual a felicidade esteja no bom uso daquilo que temos.
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Cinema
Mataram irmã Dorothy
Narrado pelo ator Wagner Moura, o documentário trata do brutal assassinato da freira americana e ativista ambiental Dorothy Stang, 73 anos, morta com seis tiros em 2005, no interior do Pará. O filme investiga as razões da morte da freira e os mandantes do crime.
Outros eventos:
Seminário: Física Quântica e Espiritualidade
Curso: Formação em Terapia Comunitária
Feira: Unomarketing: Comunicação Consciente
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Dia Internacional da Mãe Terra
Leonardo Boff
Na quarta-feira passada, Leonardo Boff, representante da Comissão da Carta da Terra, discursou na Assembléia Geral da ONU para fundamentar a petição de declarar o dia 22 de abril como o Dia Internacional da Mãe Terra. Ele compartilha conosco seu emocionante discurso.
No ano de 2000, a Carta da Terra nos fazia esta severa advertência: "Estamos num momento crítico da história da Terra, na qual a humanidade deve escolher o seu futuro... A nossa escolha é: ou formamos uma aliança global para cuidar da Terra e cuidarmos uns dos outros ou arriscamos a nossa própria destruição e a da diversidade da vida". Se a crise econômico-financeira é preocupante, a crise da não-sustentabilidade da Terra se apresenta ameaçadora. Os cientistas que acompanham o estado da Terra, especialmente a Global Foot Print Network, têm falado do Earth Overshoot Day, do dia em que foram ultrapassados os limites da Terra. E isso ocorreu exatamente no dia 23 de setembro de 2008, uma semana após o estouro da crise econômico-financeira nos EUA. A Terra ultrapassou em 40% sua capacidade de reposição dos recursos necessários para as demandas humanas. Neste momento, necessitamos de mais de uma Terra para atender a nossa subsistência.
Como garantir a sustentabilidade da Terra já que esta é a premissa para resolver as demais crises: a social, a alimentar, a energética e a climática? Agora já não temos uma Arca de Noé que salva alguns e deixa perecer os demais. Todos devemos nos salvar juntos.
Como asseverou recentemente com muita propriedade o Secretário Geral desta Casa, Ban Ki-Moon: "não podemos deixar que o urgente comprometa o essencial". O urgente é resolver o caos econômico, mas o essencial é garantir a vitalidade e a integridade do planeta Terra. É decisivo superar a crise financeira, porém o imprescindível e essencial é: como vamos salvar a Casa Comum e a Humanidade que é parte dela?
Esta é a razão para termos adotado a resolução sobre o Dia Internacional da Mãe Terra que, a partir de agora, se celebrará no dia 22 de abril de cada ano. Dado o agravamento da situação ambiental, especialmente do aquecimento global, temos que atuar juntos e rápido. Não temos tempo a perder, nem nos é permitido errar. Caso contrário, há o risco de que a Terra possa continuar, mas sem nós.
Em nome da Terra, nossa Mãe, de seus filhos e filhas sofredores e dos demais membros da comunidade de vida, quero agradecer a esta Assembléia Geral por haver sabiamente aprovado esta resolução. Neste contexto, me permito fazer uma breve apresentação do fundamento que sustenta a idéia da Terra como nossa Mãe.
Desde a mais alta ancestralidade, as culturas e religiões sempre têm testemunhado a crença na Terra como Grande Mãe, Magna Mater, Inana e Pachamama. Os povos originários de ontem e de hoje tinham e têm clara consciência de que a Terra é geradora de todos os viventes. Somente um ser vivo pode produzir vida em suas mais diferentes formas. A Terra é, pois, nossa Mãe universal.
Durante séculos e séculos prevaleceu esta visão até a emergência recente do espírito científico no século XVI. A partir de então, a Terra já não é mais considerada como Mãe, senão como uma realidade sem espírito, entregue ao ser humano para ser submetida, mesmo com violência. A mãe-natureza que devia ser respeitada se transformou em natureza-selvagem que deve ser dominada. A Terra se viu convertida num baú cheio de recursos naturais, disponíveis para a acumulação e o consumo humano.
Neste novo paradigma não se coloca a questão dos limites de suportabilidade do sistema-Terra nem dos recursos naturais não renováveis. Pressupunha-se que os recursos seriam infinitos e que poderíamos ir crescendo ilimitadamente na direção do futuro. O que efetivamente é uma grande ilusão.
A preocupação principal era e é: como ganhar mais no menor tempo possível e com um pequeno investimento? A realização histórica desse propósito fez surgir um arquipélago de riqueza rodeado por um mar de miséria.
O PNUD de 2007-2008 o confirma: os 20% mais ricos do mundo absorvem 82,4% de todas as riquezas da Terra enquanto os 20% mais pobres têm que se contentar com apenas 1,6%. Estes dados provam que uma ínfima minoria monopoliza o consumo e controla os processos econômicos que implicam pilhagem da natureza e grande injustiça social.
Entretanto, a partir dos tardios anos 70 do século passado se tem imposto a constatação de que um planeta pequeno, velho e limitado como a Terra já não pode suportar um projeto ilimitado. Faz-se urgente outro modelo que tenha como eixo a Terra, a vida e o bem-viver planetário no quadro de um espírito de colaboração, de responsabilidade coletiva e de cuidado.
Agora a preocupação central é: como viver e produzir em harmonia com a Terra, com os seres humanos, como o universo e com a Última Realidade, distribuindo equitativamente os benefícios entre todos e alimentando solidariedade para com as gerações presentes e futuras? Como viver mais com menos?
Foi neste contexto que se resgatou a visão da Terra como Mãe. Já não é mais a percepção dos antigos, mas uma constatação empírica e científica. Foi mérito dos cientistas e sábios como James Lovelock, Lynn Margulis e José Lutzenberger nos anos 70 do século passado, ter demonstrado que a Terra é um super-organismo vivo que se auto-regula. Ela articula permanentemente o físico, o químico e o biológico de forma tão sutil e equilibrada que, sob a luz do sol, propicia a produção e a manutenção de todas as formas de vida. Por milhões de anos o nível do oxigênio, essencial para a vida, se mantém em 21%, o nitrogênio, decisivo para o crescimento, em 79% e o nível de sal dos oceanos em 3,4%. E assim acontece com todos os elementos necessários para a vida. Não é que sobre a Terra haja vida. A Terra mesma é viva, chamada de Gaia, a deusa grega para significar a Terra viva.
Que toda a Terra está cheia de vida no-lo comprova o conhecido biólogo Edward O. Wilson. Escreve ele:"Num grama de terra ou seja, em menos de um punhado, vivem cerca de dez bilhões de bactérias pertencentes até a seis mil espécies diferentes". Efetivamente, a Terra é Mãe fecunda.
A Terra existe já há 4, 4 bilhões de anos. Num momento avançado de sua evolução, de sua complexidade e de sua auto-organização, começou a sentir, a pensar e a amar. Foi quando emergiu o ser humano. Com razão nas línguas ocidentais homo/homem vem de húmus, terra fecunda. E em hebraico Adam se deriva de adamah, terra cultivável. Por isso, o ser humano é a própria Terra que anda, que sente, que pensa e que ama, como dizia o poeta indígena e cantador argentino Atahualpa Yupanqui.
A visão dos astronautas confirma a simbiose entre Terra e Humanidade. De suas naves espaciais testemunhavam de forma comovedora: "Daqui, contemplando este resplandecente planeta azul-branco, não se percebe nenhuma diferença entre Terra e Humanidade. Formam uma única entidade". Mais que como povos, nações e etnias, devemos nos entender como criaturas da Terra, como filho e filhas da Mãe comum.
Entretanto, olhando a Terra mais de perto, nos damos conta de que ela se encontra crucificada. Possui o rosto do terceiro e quarto mundo, porque vive sistematicamente agredida. Quase a metade de seus filhos e filhas padece fome e sede e é condenada a morrer antes do tempo. A cada quatro segundos, consoante dados da própria ONU, morre uma pessoa estritamente de fome.
Por isso, são expressões de amor à Mãe Terra as políticas sociais de muitos países, como por exemplo, de meu país, o Brasil, sob o governo do Presidente Luis Inácio Lula da Silva, particularmente o programa Fome Zero e Bolsa Família. Em seis anos, se devolveu vida e dignidade a 50 milhões de pessoas que antes viviam na pobreza e na fome.
Temos que baixar a Terra da cruz e ressuscitá-la. Para esta tarefa gigantesca somos inspirados por um documento precioso: a Carta da Terra. Nasceu da sociedade civil mundial. Sua elaboração envolveu mais de cem mil pessoas de 46 países. Em 2003, uma resolução da UNESCO a apresentou "como um instrumento educativo e uma referência ética para o desenvolvimento sustentável". Participaram ativamente de sua concepção Mikhail Gorbachev, Maurice Strong e Steven Rockfeller e eu mesmo entre outros. A Carta entende a Terra como dotada de vida e como nosso Lar Comum. Apresenta pautas concretas que podem salvá-la, cuidando-a com compreensão, com compaixão e com amor, como cabe a toda mãe. Oxalá, um dia, esta Carta da Terra possa ser apresentada, discutida e enriquecida por esta Assembléia Geral. Caso seja aprovada, teríamos um documento oficial sobre a dignidade da Terra junto com a declaração sobre a dignidade da pessoa humana.
Mas cabe fazer uma advertência. Para sentir a Terra como Mãe não é suficiente a razão dominante que é funcional e instrumental. Necessitamos enriquecê-la com a razão sensível, emocional e cordial, pois aí se enraíza o sentimento profundo, se elaboram os valores, se cultivam o cuidado essencial, a compaixão e os sonhos que nos inspiram ações salvadoras. Nossa missão, no conjunto dos seres, é a de sermos os guardiões e cuidadores desta sagrada herança que recebemos do universo: a Terra, nossa Mãe.
Para terminar, permito-me fazer uma sugestão: que se coloque na cúpula interna da Assembléia uma destas imagens belíssimas e plásticas da Terra vista a partir de fora da Terra. Suspensa no transfundo negro do universo, ela evoca em nós sentimentos de reverência e de mútuo pertencimento. Ao contemplá-la, tomamos consciência de que aí está o nosso Lar Comum.
Pediria ainda que fosse aprovada uma recomendação de que no dia 22 de abril, dia Internacional da Mãe Terra, se fizesse um momento de silêncio em todos os lugares públicos, nas escolas, nas fábricas, nos escritórios, nos parlamentos para que nossos corações entrem em sintonia com o coração de nossa Mãe Terra.
Concluo. Tal como está, a Terra não pode continuar. É urgente que mudemos nossas mentes e nossos corações, nosso modo de produção e nosso padrão de consumo, caso queiramos ter um futuro de esperança. A solução para a Terra não cai do céu. Ela será o resultado de uma coalizão de forças em torno a uma consciência ecológica integral, valores éticos multiculturais, fins humanísticos e um novo sentido de ser. Só assim honraremos nossa Casa Comum, a Terra, nossa grande generosa Mãe.
Muito obrigado.
Leonardo Boff, representante do Brasil e da Comissão da Carta da Terra.
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>> Leia a Carta da Terra
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Bioenergética, desbloqueios e saúde
Todos nascemos com um quantum de energia vital, que nos gera equilíbrio e saúde. Durante os processos pelos quais passamos na vida, essas energias vão sendo bloqueadas em algumas partes do corpo, abrindo portas para determinadas doenças. Para reverter este processo, conte com a ajuda da Bioenergética.
Segundo a psicóloga Sulimar Salgado, é fácil constatar o bloqueio energético quando apresentamos sintomas, vamos ao médico, fazemos exames, mas nada é diagnosticado: "Nestes casos, pode ser uma doença psicossomática, ou seja, no nível da psique. O contrário também acontece. É o princípio da mente sã, corpo são. Se alguma coisa no corpo não está bem, a mente também vai refletir, seja em forma de depressão, pânico, ou outros sintomas".
As emoções que não expressamos ficam contidas em nosso corpo, formando contraturas, as chamadas couraças musculares. As defesas psicológicas que usamos para lidar com a dor e o estresse, tais como racionalizações, negação e supressões também estão ancoradas no corpo e aparecem como padrões musculares que inibem a expressão. Esses padrões tornam-se inconscientes e passam a fazer parte da própria identidade, impedindo-nos de modificá-los, mesmo que entendamos a natureza do problema.
A Bioenergética pode ajudar a desbloquear a expressão através de exercícios e posturas corporais, bem como de técnicas de respiração. Criada a partir do trabalho de Wilhelm Reich, a Terapia Bioenergética é baseada no conceito de saúde vibrante, respiração, carga e descarga de energia, movimento livre e espontâneo. O ponto de partida é o trabalho corporal, buscando a integração entre corpo, mente e espírito. O objetivo é proporcionar às pessoas a capacidade de vivenciar e expressar adequadamente prazeres e dores, alegrias e tristezas, raiva, amor e sexualidade.
Existem exercícios para todos os segmentos do corpo: olhos, boca, pescoço, peito, diafragma, pélvis, pernas e pés. As práticas permitem a liberação da energia reprimida através de choro, riso, catarse e vibração espontânea do corpo. Estas vivências aliviam as tensões, possibilitando a oportunidade de enxergarmos os nossos comportamentos automáticos e modificá-los. Desta forma, conseguimos ser mais espontâneos e mais conscientes.
Segundo Sulimar, tudo na Bioenergética começa com a respiração, que pode ser feita em repouso ou movimento, mas sempre da forma adequada: "O bebê, quando dorme, movimenta a barriga, que sobe e desce respirando. Essa é a maneira correta de respirar. Com o tempo, perdemos essa respiração e começamos a fazer uma respiração torácica, pois vamos desenvolvendo bloqueios com as primeiras limitações da vida, que vão nos levando a sufocar, ficar irritados. Assim vamos contraindo, impedindo que o corpo tenha esse fluxo natural, vital, necessário e importantíssimo", explica.
A psicóloga ressalta que os exercícios de Bioenergética devem ser feitos, no máximo, três vezes ao dia por quem está começando a praticar. Mais do que isso, apenas com acompanhamento terapêutico, pois as práticas mexem com toda a estrutura vital, podendo impactar no funcionamento dos esfíncteres, na alimentação e no sono.
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Confira o DVD da palestra realizada pela psicológica Sulimar Salgado no Projeto Vibração Positiva
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A Newsletter Essência Vital iniciou, na quinta edição, uma série de matérias que vão lhe ajudar a se tornar uma pessoa mais sustentável. São dez hábitos simples que você pode incorporar ao dia-a-dia e que vão impactar positivamente sua relação com o planeta, afinal, a mudança do mundo começa em nós. Vamos então ao próximo passo:
9º hábito: Consumir menos
Pense rápido: o que é consumo? O mais comum é as pessoas associarem consumo a compras, o que está correto, mas incompleto, pois não engloba todo o sentido. A compra é apenas uma etapa do consumo. Antes dela, temos que decidir o que consumir, por que consumir, como consumir e de quem consumir. Depois de refletir a respeito desses pontos é que partimos para a compra. E após a compra, existe o uso e o descarte do que foi adquirido.
Considerando todos esses aspectos do consumo, você vai ver que ele está presente praticamente o tempo todo em nossas vidas. Mesmo que você passe o dia todo sem sequer abrir a carteira, terá consumido muita coisa. Por isso, o consumo é algo muito importante e provoca diversos impactos. Primeiro em nós mesmos, já que temos que arcar com as despesas do consumo e também nos beneficiamos do bem-estar derivado dele. Depois, o impacto na economia, porque, ao adquirirmos algo, movimentamos a máquina de produção e distribuição, ativando a economia. Também afeta a sociedade, porque é dentro dela que ocorrem a produção, as trocas e as transformações provocadas pelo consumo. E por fim, o impacto sobre a natureza, que nos fornece as matérias-primas para a produção de tudo o que consumimos.
Embora seja considerada por nossa sociedade com bastante naturalidade,
a prática do consumismo pode ser exercida com compulsão e, até mesmo, transformar-se em uma doença - o que já é suficiente para colocar em risco a sustentabilidade do Planeta. É fundamental, portanto, que aprendamos a separar o joio do trigo, distinguindo o que é essencial daquilo que é supérfluo. Afinal de contas, estamos consumindo para viver ou estamos vivendo para consumir?
O que entendemos como "nosso estilo de vida", na verdade, reduz-se a uma vitoriosa estratégia de manipulação por parte da mídia no sentido de elevar nossa potência de consumo. Nosso juízo de valor transferiu-se para a órbita do que temos e consumimos. A questão passa a ser: como manter (e ostentar) este nível de consumo? Reduzindo o tempo dedicado ao lazer e às relações humanas e, é claro, trabalhando cada vez mais. Para os exaustos, nada melhor do que a descontração publicitária da televisão, com suas invenções de sonhos e "necessidades" - o que, por conseguinte, acabará nos exigindo mais trabalho.
A saída deste beco está no imediato cultivo de uma cidadania que contemple uma prática de consumo sustentável, que considere a real necessidade do produto a ser adquirido e leve em conta seus efeitos tanto sobre nossa saúde, como sobre a sociedade e o meio ambiente.
Como consumir conscientemente?
Um cidadão é responsável quando opta por consumir apenas o necessário, evitando a compra por impulso. Um ótimo caminho está na escolha de produtos a granel, por exemplo, que utilizem embalagens recicláveis. Planejar as compras, reduzir o desperdício, evitando os descartáveis e, sempre que possível, buscar a reutilização. Acima de tudo, é fundamental a valorização de empresas que apresentem compromissos éticos com o meio ambiente e com a sociedade.
Pense na necessidade do produto antes de comprá-lo. Depois de consumi-lo, pratique a coleta seletiva, separando embalagens, matéria orgânica e óleo de cozinha usado. Jogue no lixo apenas o que não for reutilizável ou reciclável. Evite o desperdício de alimentos. Use produtos de limpeza biodegradáveis. Adquira produtos recicláveis ou produzidos com matéria-prima reciclada (durável e resistente). Prefira embalagens de papel e papelão.
Utilize lâmpadas econômicas e pilhas recarregáveis ou alcalinas. Enfim, mude seus hábitos de consumo e descarte.
O "Ministério do bom-senso" pergunta:
- Eu realmente preciso deste produto?
- Tenho dinheiro suficiente para consumir isto?
- Este produto tem durabilidade?
- A empresa que produz este produto cuida bem da natureza e trata bem seus funcionários?
- É adequado o local onde descarto este produto?
Praticar o consumo consciente consiste numa atitude de liberdade de escolha e de protagonismo da própria existência. É uma tomada de posição clara, democrática e ética. O consumo consciente fatalmente irá gerar uma reflexão e tal reflexão pelos consumidores deverá gerar uma cadeia de estímulos que irá contagiar positivamente as empresas e seus funcionários, sua família, colegas e amigos que, diante do exemplo, serão impelidos a refletir sobre os seus próprios atos de consumo.
>> Indique para amigos
>> Dicas de consumo consciente
>> Confira algumas orientações práticas
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Assista ao imperdível vídeo A História das Coisas e entenda o que envolve nossos padrões de consumo
>>
O que você tem feito para mudar seus hábitos de consumo? Compartilhe em nossa comunidade no Orkut
Com informações de: Coleção Consumo Sustentável e Instituto Akatu.
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Cultura
Mataram Irmã Dorothy
O filme trata do brutal assassinato da freira americana Dorothy Stang, 73 anos, morta com seis tiros, em 2005, em Anapu, no interior do Pará. Narrado pelo ator Wagner Moura, o documentário revela bastidores do controvertido julgamento dos assassinos da missionária americana, que teve novos desdobramentos no mês passado, quando a justiça anulou o caso e pediu a prisão de Vitalmiro Bastos, o Bida, apontado como suposto mandante do crime.
O longa-metragem, de 94 minutos, também investiga as razões da morte da freira, bem como sobre os verdadeiros mandantes do crime. Irmã Dorothy lutou por cerca de trinta anos até a sua morte pela implantação de um modelo de assentamento rural que garantisse o manejo sustentável da floresta, o que desagradou a madeireiros e criadores de gado da região. As muitas imagens da irmã Dorothy presentes no filme revelam, além do carisma, uma lucidez impressionante, ou seja, a convicção de que sua luta em defesa das populações carentes e da floresta era uma luta pela vida.
Apesar da relevância do tema, infelizmente o filme está sendo exibido em pouquíssimas salas de cinema no Brasil. No Rio de Janeiro, em apenas uma:
Estação Botafogo
Rua Voluntários da Pátria, 88 - Botafogo, Rio de Janeiro (RJ)
Tel.: (21) 2226-1988
Sala 2: 15h30
Confirme o horário antes de sair de casa.
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>> Confira o site do filme (em inglês)
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Seminário
Física Quântica e Espiritualidade
A Comunidade Espiritual Unindo Corações promoverá no dia 3 de maio o seminário Física Quântica e Espiritualidade, com o professor Laércio Fonseca, físico formado pela Unicamp, com especialização em Astrofísica e Cosmologia. Ele é autor dos livros: "Introdução à Cosmologia e à Astrofísica" e "Física Quântica e Espiritualidade", entre outros.
Laércio falará sobre a teoria da relatividade de Einstein, fará uma introdução sobre física clássica e quântica, abordará os estados quânticos da consciência e os aspectos fundamentais da física quântica que abrem as portas para a espiritualidade.
Data: 3 de maio
Horário: 15h às 19h
Local: CEUC - Rua Maria Eugênia, 303 - Humaitá, Rio de Janeiro (RJ)
Informações: (21) 2535-0349 | (21) 2246-0813 | unindocoracoes@gmail.com
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>> Saiba mais sobre o seminário
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Curso
Formação em Terapia Comunitária
O Instituto Noos está com inscrições abertas para a 4ª turma do Curso de Formação em Terapia Comunitária, que será realizado no Rio de Janeiro com o professor Adalberto Barreto e a equipe do instituto. O curso é dirigido a profissionais das áreas de saúde, educação e assistência social.
A Terapia Comunitária (TC) é uma proposta nascida na Faculdade de Medicina da Universidade Federal do Ceará, desenvolvida pelo Prof. Dr. Adalberto de Paula Barreto, psiquiatra, que hoje está em prática em muitos estados brasileiros e também no exterior. Ela tem se mostrado um excelente recurso para lidar com o sofrimento decorrente da exclusão social, pobreza e violência que atingem comunidades inteiras em nosso país. É um procedimento terapêutico de fácil acesso e viável para grandes grupos. Nas palavras do próprio prof. Adalberto:
"A Terapia Comunitária é um instrumento que nos permite construir redes sociais solidárias de promoção da vida e mobilizar os recursos e as competências dos indivíduos, das famílias e das comunidades. Procura suscitar a dimensão terapêutica do próprio grupo valorizando a herança cultural dos nossos antepassados indígenas, africanos, europeus e orientais, bem como o saber produzido pela experiência de vida de cada um."
1º Módulo: 27 a 30 de maio (fora do Rio de Janeiro, com o prof. Adalberto Barreto).
2º Módulo: 01 a 04 de julho (no Rio de Janeiro, com a equipe do Noos).
3º Módulo: 16 a 19 de setembro (no Rio de Janeiro, com a equipe do Noos).
4º Módulo: 21 a 24 de outubro (fora do Rio de Janeiro, com o prof. Adalberto Barreto).
Informações: (21) 2579-2357 | (21) 3283-9873 | cursos@noos.org.br | www.noos.org.br
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>> Conheça o site da Associação Brasileira de Terapia Comunitária
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Feira e Seminário de Marketing Sustentável
Unomarketing - Comunicação Consciente
A Feira e Seminário de Marketing Sustentável Unomarketing - Comunicação Consciente é um evento para empresas e profissionais das áreas de Comunicação e Marketing que tenham ações para a promoção da sustentabilidade nas suas atividades empresariais.
Os participantes estarão reunidos durante os dias 2, 3 e 4 de junho na Fecomercio, em São Paulo, para ampliar seus horizontes no que diz respeito à articulação de suas ações com clientes e fornecedores para oferecer soluções integradas de comunicação responsável.
O seminário é idealizado por um comitê gestor com profissionais de destaque, como os publicitários Percival Caropreso e Valdir Cimino, Regina Augusto (Meio & Mensagem) e Ismael Rocha (ESPM).
Data: 2 a 4 de junho
Horário: 13h às 19h
Local: Fecomércio: Rua Dr. Plínio Barreto, 285 - Bela Vista, São Paulo (SP)
Informações: (11) 3032-5633 | unomarketing@sators.com.br | www.unomarketing.com.br
>> Indique para amigos
>> Confira a programação completa
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Suco de Uva Orgânico
Produzido pela família Chilanti, na Serra Gaúcha, adepta da agroecologia, este suco de uva orgânico é indicado por seu alto valor medicinal, rico em substâncias imunonutritivas, uma verdadeira panacéia de efeitos terapêuticos junto ao organismo e psiquismo humano. As uvas orgânicas possuem uma quantidade enorme de flavanóides, poderosos antioxidantes.
O suco de uva orgânico, geralmente caro e de difícil acesso, está agora ao seu alcance por um valor menor do que o praticado pelo mercado, graças a um convênio estabelecido entre a ONG Essência Vital e a família Chilanti.
Confira a tabela de preços:
1 litro: R$ 8,00 para soropositivos sócios da Essência Vital. Caixa com 12 litros: R$ 96,00
1 litro: R$ 8,50 para sócios que não são soropositivos.
Caixa com 12 litros: R$ 102,00
1 litro: R$ 9,00 para soropositivos que não são sócios.
Caixa com 12 litros: R$ 108,00
1 litro: R$ 10,00 para pessoas não soropositivas, nem sócias. Caixa com 12 litros: R$ 120,00
Para encomendar o suco de uva orgânico, ligue para (21) 3238-5190 ou 9899-9347.
>> Indique para amigos
>> Saiba mais sobre o suco de uva orgânico
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DVDs do Projeto Vibração Positiva
Todos os encontros do Projeto Vibração Positiva são gravados em DVD. São dezenas de palestras sobre alimentação, saúde, terapias naturais e qualidade de vida, para que as valiosas informações compartilhadas pelos profissionais de saúde convidados possam chegar ao maior número possível de pessoas.
Confira a resenha desta edição:
Bioenergética e Técnicas Terapêuticas: Saúde, Equilíbrio e Vitalidade Dra. Sulimar Salgado
Neste encontro do Projeto Vibração Positiva, a psicóloga Sulimar Salgado demonstra como a Bioenergética pode nos auxiliar a restabelecer a saúde integral. Segundo ela, todos nascemos com uma energia vital que mantém nosso equilíbrio. Durante os processos pelos quais passamos, essa energia vai sendo estagnada e bloqueada, abrindo portas para doenças psicossomáticas. Se a mente não está bem, isso se reflete no corpo e vice-versa. "Nós somos o que sentimos. É claro que vamos sempre passar por situações que nos afetem, mas então, como reagir sem adoecer? Esse é um dos trabalhos da Bioenergética", explica.
Sulimar alia esses conhecimentos a conceitos da Gestalt, uma linha da Psicologia que também trabalha a harmonia da mente com o corpo, visando sempre tempo presente. Segundo a Gestalt, não importa o que fizeram conosco no passado, mas o que faremos hoje com isto. "Nós somos o resultado de nossas experiências, mas não devemos nos condicionar a partir delas. Tudo pode mudar se eu me conscientizar de que a transformação é necessária e possível e se eu me responsabilizar por ela", conclui.
Sob a orientação da dra Sulimar, os participantes realizaram um exercício bioenergético de harmonização e trocaram experiências entre si, encerrando o encontro repletos de vibrações positivas!
Valor: R$ 15,00
Para adquirir os DVDs, ligue: (21) 3238-5190 | (21) 3278-4020 | (21) 9899-9347 Ou escreva para
vibracaopositiva@essenciavital.org.br
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Indicação de Leitura
Coleção Consumo sustentável e ação
Instituto 5 elementos
O Instituto de Educação e Pesquisa Ambiental 5 Elementos acaba de lançar a coleção Consumo Sustentável e Ação, uma iniciativa de produção de material educativo em prol da sustentabilidade.
O primeiro título da coleção Consumo Sustentável, dirigido aos professores, desenvolve a temática da geração e tratamento dos resíduos sólidos propondo rever nossos hábitos de consumo, além de sugestões de atividades educativas que promovem o consumo sustentável.
Os demais cinco títulos são voltados a crianças e jovens e trazem um enredo onde os alunos da Escola da Vida têm a tarefa de pesquisar sobre o ciclo do lixo - Papel, Plástico, Metal, Vidro e Orgânico - para apresentarem na Feira de Ciências com o tema Consumo Sustentável. Dentro deste contexto, os alunos interagem com vários personagens da comunidade que trazem novos conhecimentos e reflexões sobre de onde vem e para onde vai tudo no planeta.
A coleção está disponível para download gratuitamente no site do Instituto, que doará a publicação para bibliotecas públicas. As edições impressas também podem ser adquiridas pelo site. A caixa com os seis livros custa R$ 15,00 (mais frete).
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Indicação de CD
Luisa Mandou um Beijo
Já está à venda o segundo disco da banda Luisa Mandou um Beijo, fruto de três anos de trabalho e repleto de letras intimistas, o doce vocal de Flávia Muniz e belas linhas de trompete. Formada por Flávia Muniz (voz), Fernando Paiva e PP (guitarra), PC (baixo), Schokbrou (trompete) e Cristiano Xavier (bateria), a banda vem conquistando fãs e elogios da crítica.
O disco chama a atenção por refletir um olhar sobre a cidade ao mesmo tempo familiar e original - combina a música indie rock com informações da vasta MPB que vai de Mutantes a bossa nova. O primeiro CD da banda, de 2005, recebeu críticas positivas e foi lançado na Inglaterra, Espanha e Argentina — em coletâneas, o Luisa chegou à Alemanha, Japão, Cingapura, Itália e países da América Latina. Agora, eles lançam o segundo disco após tocar no tradicional festival Humaitá Pra Peixe.
A capa do disco, uma pintura de Vânia Mignone, já anuncia algo das intenções do Luisa: "suas telas tratam de saudade, espera, amor... Temas que aparecem no próprio nome da banda. E estão nas inscrições que ela faz nos quadros, como "não voltou" ou "engasgada com o tempo" - avalia Flávia, em matéria publicada no Jornal O Globo de 27/02/2009.
Lançado pelo selo "Midsummer Madness e volume 1", o álbum tem 14 faixas inéditas e autorais, custa R$ 15,00 e pode ser adquirido em lojas parceiras da distribuidora Tratore e no site da banda, onde há músicas disponíveis para download.
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>> Entre em contato com os componentes
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